Mostrando postagens com marcador Dicas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dicas. Mostrar todas as postagens

domingo, 11 de junho de 2017

Como criar uma Extensão para o Google Chrome

Projeto simples, para criar uma Extensão para o Google Chrome

  • O arquivo manifest.json

Todos os projetos que você criar tem que ter o arquivo manifest.json na pasta raiz do mesmo. Esse arquivo não é nada mais que um JSON, onde ficarão as informações relacionadas à sua extensão: nome da extensão, descrição, versão, permissões, etc. Tudo que você pode incluir no manifest.json, você encontra aqui nesse link.

Para nossa primeira extensão, vamos usar as seguintes informações:

As informações obrigatórias são somente o manifest_version, name e version, onde:

manifest_version: Representa a versão do manifesto que você está usando. Hoje (junho/2011), é obrigatório usar a versão 2;
name: Representa o nome da sua extensão;
version: Representa a versão da sua extensão. A versão deve ser separada por pontos.

As informações adicionais sobre nossa extensão Hello World presentes no nosso manifesto são:

description: É uma descrição para nossa extensão;
browser_action: Representa ações que executaremos no navegador. Para nosso exemplo, iremos apenas apresentar um popup quando o usuário clicar na extensão;
default_popup: Informa qual HTML o navegador deve carregar quando o usuário clicar no ícone da extensão.
icons: Representa todos os ícones que sua extensão irá utilizar.


  • POPUP

Para servir de popup da extensão, use a seguinte página HTML simples abaixo, chamada index.html (ou crie uma página sua, com o mesmo nome):
Essa pagina será exibida quando o usuário clicar no ícone da nossa extensão.

  • Ícone
Você pode usar qualquer ícone que desejar, no tamanho:  16 pixels. E salvar na pasta images do projeto. Se quiser usar a mesma que eu só copiar daqui: Icone. Quando você for publicar sua extensão, é recomendado que você tenha ao menos o tamanho de ícone em 128x128px. Se possível, passe todos os tamanhos pedidos (16x16, 48x48, 128x128), pois o Chrome irá selecionar o que for mais apropriado para o momento que ele precisar ser apresentado.
  • CSS
Dentro da pasta CSS, você colocar o seu arquivo style.css onde você pode customizar da maneira que desejar. 
  • Testando sua Extensão
Testar a extensão é bem simples, basta abrir seu Google Chrome e navegar até Menu > Mais ferramentas > Extensões.

Na página de extensões, habilite o modo desenvolvedor, clicando na caixa de seleção:

Clique em Carregar extensão expandida:
Na janela que abrir, escolha a pasta onde está seu projeto. E pronto, a extensão foi instalada! Se você reparar vai aparecer um registro novo com as informações da nossa extensão e o ícone dela já está disponível ao lado da barra de endereços.
Para testar, basta clicar no ícone da extensão:
Pronto! Agora você já pode começar a brincar e colocar mais funcionalidade na sua Extensão. O projeto completo pode ser baixado no Github: Extensão para o Google Chrome.

domingo, 13 de novembro de 2016

Entendendo um pouco sobre o funcionamento do Tomcat

Abaixo peguei uma colinha do Algaworks com os principais diretórios criados durante o processo de instalação criados.

  • bin: Executáveis, incluindo os aplicativos para iniciar e para encerrar a execução do servidor.
  • conf: Arquivos de configuração do Tomcat. O arquivo server.xml, em particular, define uma série de parâmetros para a execução do servidor, como por exemplo, a porta onde o servidor irá receber requisições (essa porta www.algaworks.com 19 é, por default, 8080), devendo ser examinado com cuidado e modificado conforme as necessidades.
  • logs: Arquivos de log do servidor. O Tomcat também pode gerar arquivos de log com tudo o que as aplicações desenvolvidas enviam para a saída padrão do sistema. 
  • work: Diretório temporário do Tomcat. Esse diretório é utilizado, por exemplo, para realizar a recompilação automática de páginas JSP. 
  • webapps: Nesse diretório são implantadas as diversas aplicações web desenvolvidas.

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Padrões de nomenclatura

Classes e interfaces - A primeira letra deve ser maiúscula e, se várias palavras forem escritas juntas para formar o nome, a primeira letra de cada palavra interna deve ser maiúscula (um formato chamado de "camelCase").
Para classes, os nomes devem normalmente ser substantivos(nome de "coisas"). Por exemplo: Dog//Cachorro
Para interfaces, os nomes devem normalmente ser adjetivos(características, qualidade), Por exemplo: Runnable // Executável

Métodos - A primeira letra deve ser minúscula, e depois as regras camelCase normais devem ser usadas. Além disso, os nomes devem normalmente ser pares de verbo-substantivo. Por exemplo: doCalculation // fazerCálculo

Variáveis - Como nos métodos, o formato camelCase deve ser usado, comecando com uma letra minúscula. É recomendado usar nomes curtos e significativos. Por exemplo:  buttonWidth // larguraDoBotao

Constantes - As constantes Java sào criadas marcando-se variáveis como static e final. Elas devem ser nomeadas usando-se letras maiúsculas como caracteres underscore como separadores. Por exemplo: MIN_HEIGHT // ALTURA_MINIMA

Exceções - Os nomes devem revelar a causa da exceção e devem terminar com o sufixo que representa a sua hierarquia de exceção: Exception ou Error. Por exemplo, em ArithemeticException sabemos que se trata de uma classe derivada de Exception, e não de Error, que foi causada por algum problema em uma operação aritmética.


Algumas classes com utilidade especifica têm formas especificas de serem nomeadas. A seguir são listados alguns modelos de nomenclatura para estes conjuntos de classes, baseados nas regras anteriores.

Entidades - O nome de uma entidade é uma exceção ao principio de Preferência de Domínio Técnico. Nomes de entidades não devem conter sufixo ou prefixos de nenhum tipo, nem mesmo o popular Entity. Nomes de entidades, são exatamente isso, nomes. Substantivos que são recolhidos do dominio do problema e que normalmente guiam o objetivo ou a operação do software.

Repositório - A nomenclatura do padrão Repository segue o modelo: [Entidade] Repository.
Esta nomenclatura segue o principio de Preferência de Dominio Técnico deixando o nome do padrão no fim do nome. O nome é precedido pelo nome da entidade a que este repositório se refere.

Serviço - O padrão Service tem duas peças: a interface do serviço e a implementação do serviço. A nomenclatura para a interface do padrão Service segue o modelo: [Proposito]Service. Esta nomenclatura segue o principio de Preferência de Dominio Tecnico deixando o nome do padrão no fim do nome. O nome é precedido pela descrição do proposito em forma resumida, por exemplo: EmailSendingService.
O nome da implementação do serviço segue o modelo: [Tecnologia][Proposito]Service, em que ao nome da interface do serviço é adicionado um prefixo que denota o tipo de tecnologia ou algoritmo que o serviço utiliza para satisfazer a interface, por exemplo: JavaMailEmailSendingService

DAO - O padrão DAO, semelhante ao padrão Service tem duas peças: a interface do serviço/estratégia e a implementação. Para classes de DAO associados a entidades, o nome da entidade é adicionado como prefixo para distinguir entre os contratos de cada entidade. O nome da interface segue o modelo [Entidade]DAO e o da implementação o modelo: [Tecnologia][Entidade]DAO. Esta nomenclatura segue o principio de Preferência de Dominio Técnico deixando o nome do padrão no fim do nome.
O nome da implementação começa com o nome da tecnologia de persistência que a implementação do DAO usa, seguindo pelo nome da interface que está sendo implementada, por exemplo JdbcCustomerDAO.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

O que escrever no README.md do seu projeto no Github


Antes de sitar os tópicos, é boa pratica criar a descrição do seu projeto no README.md em inglês, pois as chances de pessoas de outros países verem seu projeto é grande, e não queremos que eles não entendam o que o nosso projeto faz, não é mesmo? Então sempre que possível escreva a descrição em inglês. 

Sinopse/Synopsis
Na parte superior do arquivo deve haver uma breve introdução e / ou visão geral que explica o que é o projeto. Esta descrição deve corresponder descrições adicionados para os gestores de pacotes (gemspec, package.json, etc.)


Exemplo de código/Code Example
Os desenvolvedores devem ser capazes de descobrir como seu projeto resolve o seu problema, olhando para o exemplo de código. Verifique se a API que você está mostrando é óbvio, e que o código é curto e conciso.

Motivação/Motivation
Uma breve descrição da motivação por trás da criação e manutenção do projeto. Isso deve explicar por que existe o projeto.

Instalação/Installation
Fornecer exemplos de código e explicações sobre como obter o projeto.

Referência API/API Reference
Dependendo do tamanho do projeto, se for pequena e simples o suficiente para os documentos de referência pode ser adicionado ao README. Para o tamanho médio a grandes projectos é importante, pelo menos, fornecer um link para onde os documentos de referência API viver.

Testes/Tests
Descrever e mostrar como executar os testes com exemplos de código.

Contribuintes/Contributors
Que as pessoas saibam como eles podem mergulhar no projeto, incluem links importantes para coisas como rastreadores de problemas, irc, contas de Twitter, se aplicáveis.

Licença/License
Um trecho curto descrevendo a licença (MIT, Apache, etc.)

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Conceitos básicos - Colinha


  • IP: cada usuário e cada site tem um endereço, o chamado IP, um conjunto de números que serve como identidade de quem usa. É a partir desse caminho que os protocolos saberão de onde veio o pedido, para quem veio e para onde ele deve enviar a informação.
  • Pacotes TCP/IP: basicamente, toda informação transmitida entre IPs vem em pacotes, os quais têm formatos preestabelecidos. Como todas as requisições obedecem à mesma linguagem, essas informações precisam vir organizadas e ordenadas para que sejam compreendidas. Esses pacotes estão relacionados aos dados transmitidos pelas redes.
  • Servidor DNS (Domain Name Service): é o lugar onde ficam registrados os nomes e os IPs dos sites. É impossível ter dois endereços iguais, porque cada um vai armazenar informações referentes a um site. Além desses, existem ainda servidores responsáveis só por armazenar o conteúdo dos sites.
  • Sistemas CMS (Content Management System): são sistemas responsáveis por organizar o conteúdo para um site. Por isso que para gerenciar um blog não precisamos saber programar. Existem interfaces que auxiliam os usuários a colocarem suas informações e o que desejam publicar.
  • Cookies: quando visitamos algum site, deixamos esse pequeno registros. Ele indica ao servidor que já visitamos aquele site alguma vez e nos ajuda a personalizar a navegação na Internet.
  • HTTP: é a sigla para para “HyperText Transfer Protocol”, ou “Protocolo de Transferência de Hipertexto”, em português. Esse é o tal sistema de pedidos que a Internet utiliza, e ele nada mais é do que o estabelecimento de algumas “regrinhas” para essa troca de dados. Em outras palavras, é como se fossem as regras para envio de uma correspondência comum, nos correios

segunda-feira, 23 de maio de 2016

LIMIT e LIKE - SQL

O LIMIT recebe 2 parâmetros. O primeiro número informa qual a primeira linha que ele deve trazer. Como colocamos 0, ele começará a pegar da primeira linha do resultado; o segundo indica quantas linhas ele deve trazer. No caso, 100.

Se quiséssemos a segunda página, faríamos:
select * from tabela limit 100, 100
Veja. Devemos começar a pegar da linha número 100 (o primeiro parâmetro indica isso) e queremos pegar mais 100 elementos. A terceira página:
select * from tabela limit 200, 100
A lógica é a mesma. E assim por diante. O programador deve então pedir os dados aos poucos.

A instrução LIMIT é usada sempre ao fim da SQL. E você pode misturar a consulta com outras instruções como WHERE e JOIN.

Vamos, por exemplo, pegar os 100 primeiros nomes de uma tabela que se chamem "Bruno":
select * from tabelaNome where nome = 'Bruno' limit 0, 100
O problema do código acima é que a instrução trará os dados da tabela cujo nome é exatamente "Bruno". Não é o que queremos, afinal a pessoa pode ter sobrenome. Para resolver esse problema, usaremos uma nova palavra, a palavra LIKE. Ela nos ajuda a passar uma "expressão" e a usar coringas para buscar textos. Veja:
select * from tabelaNome where nome like 'Bruno%' limit 0, 100
Dissemos ali que aceitamos nomes que começam com "Bruno" e depois qualquer coisa. O % faz esse papel. Podemos usar o % de varias maneiras. Por exemplo, se quisermos todos que tenham o sobrenome "Lobo", podemos fazer:
select * from tabelaNome where nome like '%Lobo%' limit 0, 100
Colocamos coringa no começo e no fim. Nesse caso, procuramos por "Lobo" em qualquer lugar do nome da pessoa.

O LIKE então nos ajuda a buscar por pedaços de texto dentro de campos varchar. Mas cuidado, usar LIKEcusta caro para o banco de dados, já que ele tem que olhar linha por linha. Em uma tabela grande, isso pode ser bastante custoso.

domingo, 22 de maio de 2016

Cláusulas de Consultas - MySQL

Vários componentes ou cláusulas formam a instrução select. Enquanto apenas uma delas é obrigatória no MySql (a cláusula select), normalmente você incluirá pelo menos duas ou três das seis cláusulas disponíveis. Abaixo segue as cláusulas principais e suas finalidades:

Select: Determina quais colunas serão incluídas no conjunto-resultado da consulta;
From: Identifica as tabelas de onde serão retirados os dados e como as tabelas deverão ser juntadas;
Where: Filtra os dados indesejados;
Group by: Usada para agrupar linhas por meio de valores comuns de colunas;
Having: Filtra grupos indesejados;
Order by: Ordena as linhas do conjunto-resultado final usando uma ou mais colunas;

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Comandos Básicos do Linux

cd
O comando cd significa change diretory. Você irá descobrir que esse comando é muito útil. Existem três maneiras típicas de usa-lo:

  • cd .. – Muda para um diretório acima na árvore de diretórios;
  • cd ~ – Muda para o seu diretório home de onde você atualmente está. Isso é o mesmo que usar o comando cd sozinho;
  • cd <nome do diretório> – Muda para um diretório específico.
cp
O comando cp é um nome alternativo de copy; portanto, esse comando permite copiar objetos. A sintaxe do comando é muito simples:

  •  cp <nome ou local original do arquivo> <novo nome ou local do arquivo>

logout 
O comando logout é usado para sair de um sistema como usuário atual. Se esse é o único usuário com o qual você obteve acesso, então você sai totalmente do sistema.

ls
O comando ls lista o conteúdo de um diretório.

mkdir
O comando mkdir é usado para criar um novo diretório.

pwd 
O comando pwd exibe o diretório de trabalho atual. Ele informa qual o diretório atualmente ativado.

reboot
O comando reboot executa a reinicialização do sistema. Porém só pode der executado pelo root.

su 
O comando su permite a um usuário temporariamente transformar-se em outro. Se você não é o root e o usuário tiver uma senha (e o usuário deve ter!), o su exibe um prompt para senha. O root pode transformar-se em qualquer usuário a qualquer momento sem conhecer as senhas.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Metodos de requisição II

Ao navegarmos na web,  o nosso navegador envia requisições o tempo todo para um servidor e o servidor, por sua vez, nos devolve uma resposta em um formato específico ou realiza uma ação de acordo com o que pedirmos para ele fazer.
Nas requisições, especificamos o que chamamos de método HTTP ou verbo. Temos 9 verbos diferentes.

GET


É a requisição mais comum de todas. Através dessa requisição nós pedimos a representação de um recurso: que pode ser um arquivo html, xml, json, etc.

POST

O método POST é utilizado quando queremos criar um recurso. Quando usamos POST, os dados vão no corpo da requisição e não na URI.

PUT

Requisita que um recurso seja "guardado" na URI fornecida. Se o recurso já existir, ele deve ser atualizado. Se não existir, pode ser criado.

DELETE

Exclui o recurso especificado.

TRACE

Devolve a mesma requisição que for enviada veja se houve mudança e/ou adições feitas por servidores intermediários.

OPTIONS

Retorna os métodos HTTP suportados pelo servidor para a URL especificada.

PATCH

Serve para atualizar partes de um recurso, e não o recurso todo.

CONNECT

Converte a requisição de conexão para um túnel TCP/IP transparente, geralmente para facilitar a comunicação criptografada com SSL (HTTPS) através de um proxy HTTP não criptografado.

HEAD

Retorna somente os cabeçalhos de uma resposta.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Metodos de requisição


  • GET -> consulta
  • POST -> inserção
  • DELETE -> exclusão
  • PUT -> atualização total
  • PATCH -> atualização parcial 
  • Únicos metodos que os Browser entendem: GET e POST


Forward e Redirect


  • Diferenças: http://www.javapractices.com/topic/TopicAction.do?Id=181
  • Boas práticas, SEMPRE que fizer um POST, faça um redirect para evitar que o refresh da página envie o formulário novamente pro servidor;
  • Flash Scope: Dura apenas duas requisições. Usado por exemplo depois de cadastrar algo no Banco de Dados e dar um redirect para outra action, conseguir pegar um parâmetro do primeiro request;

Melissa Lobo.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Pomodoro

Alguns de vocês já devem ter ouvido falar de uma técnica chamada Pomodoro, pois bem, resolvi começar o ano falando um pouco sobre essa técnica, que ajuda muito a nos concentrarmos sem ficar exausto e ter um dia mais produtivo.

A proposta é bem simples, trabalhar por 25 minutos seguidos em uma determinada tarefa e ao termino desse período você faz uma pausa de 5 minutos, veja seus emails, noticias, whatsapp, etc. Depois de fazer 4 pomodoros de 25 min com suas devidas pausas de 5 min, você descansa por 30 min, toma um café, estica as pernas, compra um doce, e volta e segue o mesmo processo novamente.

 Você pode usar um timer de cozinha como o da imagem, ou marcar no celular, tanto faz.

Pomodoro:

  1. Separe uma tarefa para trabalhar;
  2. Ajuste o Timer para 25 minutos;
  3. Nesse período não faça nada além da tarefa selecionada, nada de emails, telefone, facebook, whatsapp, se concentre;
  4. Faça um intervalo de 5 minutos ao termino de cada pomodoro, (agora sim pode ver emails, telefone, whatsapp, etc).
  5. A cada 4 pomodoros faça um intervalo de 30 minutos. 
Obs: Registre em algum lugar, tabela, caderno de anotações ou agenda, quantos pomodoros fez no dia, e veja o quão produtivo foi ao longo do dia. 


Historia
A Técnica Pomodoro é um método de gerenciamento de tempo desenvolvido por Francesco Cirillo no final dos anos 1980. O método é baseado na ideia de que pausas frequentes podem aumentar a agilidade mental. A técnica foi nomeada após seu autor Francesco Cirillo tê-la aplicado pela primeira vez utilizando um cronômetro em formato de tomate ("pomodoro" em italiano significa "tomate").

Embora a técnica Pomodoro seja extremamente simples e fácil, ela não deve ser usada simplesmente como um processo de acelerar o desenvolvimento da tarefa, mas sim como uma unidade de esforço temporal além do poder que ela tem de focar na tarefa, evitando distrações. Portanto, além de você descobrir ao longo do tempo quais são as atividades em que você seja menos produtivo, você poderá tentar se desenvolver melhor nesses seus pontos mais fracos.

domingo, 29 de novembro de 2015

Principais teclas de atalho do Eclipse

O Eclipse possui muitos atalhos úteis para facilitar a vida do programador. Segue aqui os mais importantes de conhecer e de praticar:

Ctrl + S Salva as alterações;

Ctrl + 1 Aciona o quick fixes com sugestões para correção de erros;

Ctrl + Espaço Completa códigos;

Ctrl + 3 Aciona modo de descoberta de menu. Experimente digitar Ctrl+3 e depois digitar ggas e enter. Ou então de Ctrl + 3 e digite ::new class:

Ctrl + F11 roda a última classe que você rodou. É o mesmo que clicar no ícone verde que parece um botão de play na barra de ferramentas;

Ctrl + PgUp e Ctrl + PgDown Navega nas abas abertas. Útil quando estiver editando vários arquivos ao mesmo tempo;

Ctrl + Shift + F Formata o código segundo as convenções do Java;

Ctrl + M Expande a View atual para a tela toda (mesmo efeito de dar dois cliques no título da View);

Ctrl + Shift + L Exibe todos os atalhos possíveis;

Ctrl + O Exibe um outline para rápida navegação;

Alt + Shift + X e depois J Roda o main da classe atual. Péssimo para pressionar! Mais fácil você digitar Control+3 e depois digitar ::Run::!. Abuse desde já do Control+3;

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Criando um Repositório no Github

Para criar um repositório no GitHub, clique no botão New repository disponível no +  na sua página inicial:
Criando um novo repositório no Github

Especifique um nome e opcionalmente uma descrição e clique em Create Repository:

Já temos um repositorio no Github com um endereço no servidor para onde vamos enviar os arquivos criados localmente. Próximo passo é criar um diretório/pasta local e iniciar o Git fazendo ele se comunicar com o servidor. Você pode criar manualmente a pasta ou usar a linha de comando. Para isso abrimos o terminar e fazemos:
// cria o diretório/pasta
$ mkdir PrimeiroProjetoGit
// entra na pasta que criamos
$ cd PrimeiroProjetoGit
Agora você pode entrar na pasta PrimeiroProjetoGit e criar lá um arquivo de texto qualquer, para podermos commitar algo ou criar pela própria linha de comando com:
// cria um arquivo
$ touche arquivoQualquer.txt
 Em seguida digite os comandos:
// inicia o git
$ git init
// adiciona os arquivos/modificações no git
$ git add .
// adiciona uma descrição ao que será comitado
$ git commit -m "Primeiro Commit"
// informamos o endereço do nosso projeto
$ git remote add origin https://github.com/MelissaLobo/PrimeiroProjetoGit.git
// envia os arquivos da sua máquina para o repositório criado no Github
$ git push -u origin master

O comando git init serve para "iniciar" o rastreamento de arquivos pelo Git. Esse comando cria um diretório (oculto).git, contendo as configurações necessárias para o funcionamento do sistema. Esse comando só é necessário uma vez.

O comando git remote add serve para adicionar um repositório "remoto", que por padrão o Git chama de origin, e que nada mais é do que um "atalho" para o endereço do servidor. Vinculando assim o seu projeto ao repositório do Github.

O comando git push -u origin master envia os arquivos da sua máquina para o repositório.

Em seguida ele vai pedir o seu usuário e senha do Github. É só digitar e dar enter.

Agora só atualizar a pagina do Github, no meu caso https://github.com/MelissaLobo/PrimeiroProjetoGit  e o projeto estará lá bonitinho. 

No caso, sempre que criar um projeto no eclipse por exemplo, você faz o mesmo processo, cria o repositório, abre o Terminal ou o Git Bash, entra na pasta do projeto e executa os mesmos comandos. 

Colinha:
$ git init
$ git add .
$ git commit -m "Primeiro Commit"
$ git remote add origin https://github.com/nomedoseuprojeto.git
$ git push -u origin master


terça-feira, 18 de agosto de 2015

O que é o Github? Criando & Configurando

O Github é um serviço de hospedagem distribuído desenvolvido em Ruby on Rails para projetos que utilizam o controle de versão Git. Assim, é utilizado como repositório online de códigos fonte para projetos de código aberto.
Podemos encontrar nele informações sobre todos os commits (atualizações) dos projetos que o utilizam, uma rede social que possibilita que outras pessoas acompanhem o desenvolvimento de seu projeto, um recurso para visualizar gráficos de quantas atualizações cada pessoa no projeto está realizando, entre outras novidades.

Site oficial: http://github.com

Instalando Git 

  • Podemos fazer o download do Git pelo site: http://git-scm.com/download, atualmente funciona em Linux, Mac OSX e Windows. 
  • Para usuários GNU/Linux Debian o download do Git pode ser feito pelo Gerenciandor de Pacotes com o comando:
    $ sudo apt-get install git-core git-gui git-doc

Git Bash no Windows 

Criando um usuário no Github

  •  Acessar http://github.com
  • -> Pricing and Signup -> Escolher um plano e “Create an account” (Possui planos free) -> Escrever seus dados e seguir os passos como de costume (Nome, Senha, etc).

Configurando o Git


Configuração do Github no Git Bash 

  •  Configure seu usuário Git com os comandos :
    $ git config --global user.name "Seu Nome"
    $ git config --global user.email seuemail@gmail.com




Melissa Lobo.

O que é o Git?

O Git é um sistema de controle de versão (ou versionamento), VCS (do inglês version control system) ou ainda SCM (do inglês source code management) distribuído que está sendo cada vez mais usado, pois foca em velocidade e robustez. O desenvolvedor inicial do Git foi Linus Torvalds (criador do Linux).

Um sistema de controle de versão tem a finalidade de gerenciar as diferentes versões de um documento. É muito utilizado por empresas de desenvolvimento de software que possuem grandes equipes e precisam manter organizado, documentado e arquivado tudo o que foi e está sendo implementado no software.

Como exemplo de projetos que utilizam o Git temos: Arch Linux, Android, Debian, Digg, Eclipse, Fedora, GNOME, jQuery, openSUSE, Ruby on Rails, Samba, Yahoo UI Library, entre outros.

Site oficial: http://git-scm.com


Melissa Lobo.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Unchecky, auxiliar gratuito na prevenção de PUPs

Como todos sabem, o Baidu se instala até no Microondas, é uma praga. Eu que uso Windowns no trabalho acabei me deparando com o Baidu em minha maquina, e como aqui não temos Antivirus, fui buscar uma solução alternativa, e encontrei o Unchecky .

O Unchecky é um grande auxiliar no combate e instalação de softwares indesejados no seu computador. É um programa leve, com duas funções básicas. Ele desmarca automaticamente as caixas de PUPs que vem marcada por padrão e caso algo passe despercebido pelo usuário ele exibe um alerta, como na imagem abaixo.
E o melhor, o Unchecky é gratuito de deve ser usado no seu computador, caso você também opte por um Antivírus gratuito, que não possa proteção Anti-PUP.

O download do Unchecky pode ser feito através do link: http://unchecky.com/files/unchecky_setup.exe

A instalação é segura e não oferece nenhum software indesejado. Apesar de muito eficiente, porém é um programa auxiliar, e não consegue detectar em 100% dos casos, portanto a sua atenção ainda será essencial, mas no meu caso já tem ajudado muito.

Comandos para reiniciar, desligar ou programar um desligamento no Ubuntu

Reiniciar o computador.
reboot
shutdown -r 0


Desligar
shutdown -h now
Suponhamos que queremos desligar o computador às 18:45. Segue abaixo o comando:
shutdown -h 18:45 “Servidor será desligado para manutenção.”
shutdown [opções] [hora][mensagem]
Sendo [opções]:
-h (Inicia o desligamento do computador.)
-r (Reinicia o sistema)
-c (Cancela a execução do shutdown. Usando ctrl+c temos o mesmo efeito.)
[hora]:

Você pode usar
HH:MM para definir a hora e minuto,
MM para definir minutos,
+SS para definir após quantos segundos, ou
now para imediatamente (equivalente a +0).

Exemplos:
shutdown -h now (desliga imediatamente)
shutdown -r +120 (reinicia em 120 segundos)

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Comandos - CMD - Windows

Para começar a explorar, é preciso abrir o Prompt do Windows. Por causa de alguns comandos de sistema, é preciso executá-lo com privilégios de administrador. Para fazer isso, clique no menu iniciar do Windows 7 e digite “cmd” (sem as aspas) na caixa de pesquisa. Depois, clique com o botão direito em “cmd” e escolha a opção “Executar como administrador. Se for solicitada a senha do administrador, digite-a ou apenas confirme a autorização.

Comandos do sistema

Boa parte dos comando do Prompt do Windows servem para ajudá-lo a fazer a manutenção do sistema. Eles podem ser muito úteis em situações em que até a interface gráfica não está disponível ou simplesmente quando você quer uma informação mais rápida e completa.

Para saber mais detalhes sobre o seu Windows, basta rodar o comando "systeminfo" (sem aspas). Além de ser mais rápido para executar, seu grande diferencial é que ele traz mais informações do que a opção “Propriedades do Sistema”.

Se você está precisando desligar o Windows e não tem acesso a interface gráfica ou o mouse, basta usar o comando "shutdown -s -t 0", que você consegue isso, e o melhor sem precisar instalar nada.

Se quiser, pode até mesmo programar o desligamento substituindo o “0″ do comando pela quantidade de segundos, como por exemplo, para desligar após 3 horas. Nesse caso, coloque 10800 segundos, o que equivale a 180 minutos, ou seja, 3 horas.

Se preferir reiniciar, basta trocar a opção “-s” pelo “-r”. Para cancelar o comando de desligamento enquanto o tempo de espera está em execução, execute o comando "shutdown -a".

Comandos de rede

Quando estiver solucionando um problema de rede, provavelmente em algum momento você precisará saber detalhes das conexões, computadores e da rede, nessa hora, você pode usar alguns desses comandos.

 ipconfig

Tudo o que você gostaria de saber sobre sua conexão de rede está disponível em algum lugar no Painel de Controle do Windows. Mas essas informações são bem mais fáceis de encontrar, e estão mais bem melhor organizadas, nos resultados do comando "ipconfig". Digite “ipconfig /all” (sem aspas) e rapidamente todas os dados, de todas as conexões de rede estarão na sua tela.



Verificando se o computador está na rede
Para checar se um determinado computador está na rede é preciso perguntar a ele digitando o comando "ping 10.1.1.1" e substituindo os números pelo endereço IP ou pelo nome dele.

Se a resposta for sim, resultará em uma algumas linhas iniciadas com “Resposta de ” e seguido de informações da transmissão. Caso contrário, no final da linha constará a mensagem “Host de destino inacessível”;

quarta-feira, 11 de março de 2015

Criando um projeto Web no Eclipse com Maven

1° Passo: New > Other >

 Maven > Maven Project > Next

Em seguida ignore o archetype, (Archetype: Template do projeto, geralmente utilizado em empresas para criar um Template padrão) > Next :

2° Passo - Configurando o Projeto: 

Grupo Id: Geralmente colocamos o nome do nosso domínio, pois o Grupo Id precisa ser único, se é um projeto pessoal coloque o nome do domínio de trás para frente (esse é o padrão usado), por exemplo: br.com.loboMarinho

Artifact Id: Nome do Projeto, no meu caso:  ProjetoMaven

Version: Versão usada (geralmente a ultima). SNAPSHOT é um padrão usado, que significa que ainda estamos trabalhando nessa versão.

Packaging: war, é o tipo de empacotamento que será utilizado, no nosso caso será um WAR, arquivo Web. 

Campos preenchidos > Next

Ao criar o primeiro projeto, o Maven vai baixar todos os seus Plugins, levando alguns segundo/minutos para abrir o projeto.

Estrutura do Projeto Maven:

O padrão do Maven, já cria uma estrutura de pastas, onde organizaremos o nosso projeto, separando ele por classes, testes, arquivos web, etc.


src/main/java: É onde iremos criar as nossas classes
src/main/resources: É onde se encontra os arquivos de propriedades, recursos, etc.
src/test/java: Classes para testes
src/test/resources: Arquivos de teste


src > main > webapp: É onde fica os arquivos Web, como o CSS, HTML, imagens, JavaScript, etc.
Target: É onde é gerado os códigos compilados:

3° Passo: Criando um JSP para verificar se o programa está okay.

  • Dentro do webapp, clique no botão direito: New > Other > JSP FILE > Next 
  • Nomeie o jsp como: index.jsp > Finish



No arquivo criado, coloque um "Meu primeiro projeto Maven", ou qualquer coisa inicialmente somente para teste.


Salve feche, e antes de rodar o tomcat, vamos dar uma olhada no arquivo pom.xml. Abra e clique em pom.xml :

O pom.xml é o nosso arquivo de configuração do nosso projeto, é nele onde vamos definir as dependências (Framework, ferramentas, banco de dados) que vamos utilizar em nosso projeto.
Em seguida falarei mais sobre ele. Agora que já conhecemos todo o modelo do projeto Maven, podemos rodar o nosso projeto.

Adicionando o Tomcat:

Clique em Servers > e no link mostrado >

Adicione o Tomcat > Finish

Clique no projeto e arraste ele para dentro do Tomcat:

Clique no botão de play no canto direito da tela do Eclipse:

O Tomcat vai rodar, e o seu projeto ficara disponível na porta local: localhost:8080/NomeDoProjeto, no nosso caso localhost:8080/ProjetoMaven
obs: Como o padrão inicial é o index você não precisa digitar na url, mas não tem problema digitar também, vai funcionar dos dois jeitos, paginas com outros nomes, é preciso chamar na url. 

Pronto! Primeiro projeto Maven criado, em seguida é só trabalhar no mesmo, seguindo os padrões sitados e as orientações que darei futuramente nos próximos post, como por exemplo sobre as dependências do projeto e como importá-las de maneira fácil e pratica no Maven.

Melissa Lobo.

terça-feira, 10 de março de 2015

Sites para procurar emprego na área de TI

Em uma conversa com um amigo desenvolvedor, ele me questionou "onde deveria procurar emprego", então resolvi postar aqui uma lista com alguns Sites. Lembrando que ficar de olho no mercado é sempre bom até para quem está emprego.

APinfowww.apinfo.com 
Na minha opinião um dos melhores, você se cadastra, filtra as vagas pega o e-mail e manda seu currículo, simples fácil e rápido. E a demanda de vagas é gigantesca. 

Onde Trabalhar: www.ondetrabalhar.com
Esse também é bem simples, basta selecionar a vaga e mandar o seu currículo por e-mail, Porém a demanda de vagas é bem menos em relação ao apinfo. 

Trampos.co: https://trampos.co
Bom para quem está iniciando a carreira na área, uma quantidade grande de estágios. 

CEVIUwww.ceviu.com.br


UOL Empregoseconomia.uol.com.br/empregos-e-carreiras


Manager Onlinehttp://www.manager.com.br


Vagas de TIhttp://www.vagasti.com


Uma boa dica também, é entrar no site das empresas que deseja trabalhar, e sempre conferir as vagas disponíveis. Nesse post da Info  (post aqui) tem uma lista de empresas que estão contratando, varias áreas e vagas disponíveis, vale a pena dar uma conferida.