- bin: Executáveis, incluindo os aplicativos para iniciar e para encerrar a execução do servidor.
- conf: Arquivos de configuração do Tomcat. O arquivo server.xml, em particular, define uma série de parâmetros para a execução do servidor, como por exemplo, a porta onde o servidor irá receber requisições (essa porta www.algaworks.com 19 é, por default, 8080), devendo ser examinado com cuidado e modificado conforme as necessidades.
- logs: Arquivos de log do servidor. O Tomcat também pode gerar arquivos de log com tudo o que as aplicações desenvolvidas enviam para a saída padrão do sistema.
- work: Diretório temporário do Tomcat. Esse diretório é utilizado, por exemplo, para realizar a recompilação automática de páginas JSP.
- webapps: Nesse diretório são implantadas as diversas aplicações web desenvolvidas.
Programação - Tecnologia - Informação - Ferramentas - Atualidades - Dicas e Sugestões
Mostrando postagens com marcador Pra não esquecer. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pra não esquecer. Mostrar todas as postagens
domingo, 13 de novembro de 2016
Entendendo um pouco sobre o funcionamento do Tomcat
Abaixo peguei uma colinha do Algaworks com os principais diretórios criados durante o processo de instalação criados.
quarta-feira, 29 de junho de 2016
O que escrever no README.md do seu projeto no Github
Antes de sitar os tópicos, é boa pratica criar a descrição do seu projeto no README.md em inglês, pois as chances de pessoas de outros países verem seu projeto é grande, e não queremos que eles não entendam o que o nosso projeto faz, não é mesmo? Então sempre que possível escreva a descrição em inglês.
Na parte superior do arquivo deve haver uma breve introdução e / ou visão geral que explica o que é o projeto. Esta descrição deve corresponder descrições adicionados para os gestores de pacotes (gemspec, package.json, etc.)
Exemplo de código/Code Example
Os desenvolvedores devem ser capazes de descobrir como seu projeto resolve o seu problema, olhando para o exemplo de código. Verifique se a API que você está mostrando é óbvio, e que o código é curto e conciso.
Os desenvolvedores devem ser capazes de descobrir como seu projeto resolve o seu problema, olhando para o exemplo de código. Verifique se a API que você está mostrando é óbvio, e que o código é curto e conciso.
Motivação/Motivation
Uma breve descrição da motivação por trás da criação e manutenção do projeto. Isso deve explicar por que existe o projeto.
Uma breve descrição da motivação por trás da criação e manutenção do projeto. Isso deve explicar por que existe o projeto.
Instalação/Installation
Fornecer exemplos de código e explicações sobre como obter o projeto.
Fornecer exemplos de código e explicações sobre como obter o projeto.
Referência API/API Reference
Dependendo do tamanho do projeto, se for pequena e simples o suficiente para os documentos de referência pode ser adicionado ao README. Para o tamanho médio a grandes projectos é importante, pelo menos, fornecer um link para onde os documentos de referência API viver.
Dependendo do tamanho do projeto, se for pequena e simples o suficiente para os documentos de referência pode ser adicionado ao README. Para o tamanho médio a grandes projectos é importante, pelo menos, fornecer um link para onde os documentos de referência API viver.
Testes/Tests
Descrever e mostrar como executar os testes com exemplos de código.
Descrever e mostrar como executar os testes com exemplos de código.
Contribuintes/Contributors
Que as pessoas saibam como eles podem mergulhar no projeto, incluem links importantes para coisas como rastreadores de problemas, irc, contas de Twitter, se aplicáveis.
Que as pessoas saibam como eles podem mergulhar no projeto, incluem links importantes para coisas como rastreadores de problemas, irc, contas de Twitter, se aplicáveis.
Licença/License
Um trecho curto descrevendo a licença (MIT, Apache, etc.)
Um trecho curto descrevendo a licença (MIT, Apache, etc.)
Marcadores:
Configurando o Github,
Dicas,
Duvidas e Sugestões,
GitHub,
Melissa Lobo,
Padrões de Projeto,
Pra não esquecer,
Projetos,
README.md,
Tutoriais
quarta-feira, 1 de junho de 2016
Conceitos básicos - Colinha
- IP: cada usuário e cada site tem um endereço, o chamado IP, um conjunto de números que serve como identidade de quem usa. É a partir desse caminho que os protocolos saberão de onde veio o pedido, para quem veio e para onde ele deve enviar a informação.
- Pacotes TCP/IP: basicamente, toda informação transmitida entre IPs vem em pacotes, os quais têm formatos preestabelecidos. Como todas as requisições obedecem à mesma linguagem, essas informações precisam vir organizadas e ordenadas para que sejam compreendidas. Esses pacotes estão relacionados aos dados transmitidos pelas redes.
- Servidor DNS (Domain Name Service): é o lugar onde ficam registrados os nomes e os IPs dos sites. É impossível ter dois endereços iguais, porque cada um vai armazenar informações referentes a um site. Além desses, existem ainda servidores responsáveis só por armazenar o conteúdo dos sites.
- Sistemas CMS (Content Management System): são sistemas responsáveis por organizar o conteúdo para um site. Por isso que para gerenciar um blog não precisamos saber programar. Existem interfaces que auxiliam os usuários a colocarem suas informações e o que desejam publicar.
- Cookies: quando visitamos algum site, deixamos esse pequeno registros. Ele indica ao servidor que já visitamos aquele site alguma vez e nos ajuda a personalizar a navegação na Internet.
- HTTP: é a sigla para para “HyperText Transfer Protocol”, ou “Protocolo de Transferência de Hipertexto”, em português. Esse é o tal sistema de pedidos que a Internet utiliza, e ele nada mais é do que o estabelecimento de algumas “regrinhas” para essa troca de dados. Em outras palavras, é como se fossem as regras para envio de uma correspondência comum, nos correios
domingo, 22 de maio de 2016
Cláusulas de Consultas - MySQL
Vários componentes ou cláusulas formam a instrução select. Enquanto apenas uma delas é obrigatória no MySql (a cláusula select), normalmente você incluirá pelo menos duas ou três das seis cláusulas disponíveis. Abaixo segue as cláusulas principais e suas finalidades:
Select: Determina quais colunas serão incluídas no conjunto-resultado da consulta;
From: Identifica as tabelas de onde serão retirados os dados e como as tabelas deverão ser juntadas;
Where: Filtra os dados indesejados;
Group by: Usada para agrupar linhas por meio de valores comuns de colunas;
Having: Filtra grupos indesejados;
Order by: Ordena as linhas do conjunto-resultado final usando uma ou mais colunas;
Select: Determina quais colunas serão incluídas no conjunto-resultado da consulta;
From: Identifica as tabelas de onde serão retirados os dados e como as tabelas deverão ser juntadas;
Where: Filtra os dados indesejados;
Group by: Usada para agrupar linhas por meio de valores comuns de colunas;
Having: Filtra grupos indesejados;
Order by: Ordena as linhas do conjunto-resultado final usando uma ou mais colunas;
quinta-feira, 19 de maio de 2016
Comandos Básicos do Linux
cd
O comando cd significa change diretory. Você irá descobrir que esse comando é muito útil. Existem três maneiras típicas de usa-lo:
O comando cp é um nome alternativo de copy; portanto, esse comando permite copiar objetos. A sintaxe do comando é muito simples:
logout
O comando logout é usado para sair de um sistema como usuário atual. Se esse é o único usuário com o qual você obteve acesso, então você sai totalmente do sistema.
ls
O comando ls lista o conteúdo de um diretório.
mkdir
O comando mkdir é usado para criar um novo diretório.
pwd
O comando pwd exibe o diretório de trabalho atual. Ele informa qual o diretório atualmente ativado.
reboot
O comando reboot executa a reinicialização do sistema. Porém só pode der executado pelo root.
su
O comando su permite a um usuário temporariamente transformar-se em outro. Se você não é o root e o usuário tiver uma senha (e o usuário deve ter!), o su exibe um prompt para senha. O root pode transformar-se em qualquer usuário a qualquer momento sem conhecer as senhas.
O comando cd significa change diretory. Você irá descobrir que esse comando é muito útil. Existem três maneiras típicas de usa-lo:
- cd .. – Muda para um diretório acima na árvore de diretórios;
- cd ~ – Muda para o seu diretório home de onde você atualmente está. Isso é o mesmo que usar o comando cd sozinho;
- cd <nome do diretório> – Muda para um diretório específico.
O comando cp é um nome alternativo de copy; portanto, esse comando permite copiar objetos. A sintaxe do comando é muito simples:
- cp <nome ou local original do arquivo> <novo nome ou local do arquivo>
logout
O comando logout é usado para sair de um sistema como usuário atual. Se esse é o único usuário com o qual você obteve acesso, então você sai totalmente do sistema.
ls
O comando ls lista o conteúdo de um diretório.
mkdir
O comando mkdir é usado para criar um novo diretório.
pwd
O comando pwd exibe o diretório de trabalho atual. Ele informa qual o diretório atualmente ativado.
reboot
O comando reboot executa a reinicialização do sistema. Porém só pode der executado pelo root.
su
O comando su permite a um usuário temporariamente transformar-se em outro. Se você não é o root e o usuário tiver uma senha (e o usuário deve ter!), o su exibe um prompt para senha. O root pode transformar-se em qualquer usuário a qualquer momento sem conhecer as senhas.
domingo, 29 de novembro de 2015
Principais teclas de atalho do Eclipse
O Eclipse possui muitos atalhos úteis para facilitar a vida do programador. Segue aqui os mais importantes de conhecer e de praticar:
Ctrl + S Salva as alterações;
Ctrl + 1 Aciona o quick fixes com sugestões para correção de erros;
Ctrl + Espaço Completa códigos;
Ctrl + 3 Aciona modo de descoberta de menu. Experimente digitar Ctrl+3 e depois digitar ggas e enter. Ou então de Ctrl + 3 e digite ::new class:
Ctrl + F11 roda a última classe que você rodou. É o mesmo que clicar no ícone verde que parece um botão de play na barra de ferramentas;
Ctrl + PgUp e Ctrl + PgDown Navega nas abas abertas. Útil quando estiver editando vários arquivos ao mesmo tempo;
Ctrl + Shift + F Formata o código segundo as convenções do Java;
Ctrl + M Expande a View atual para a tela toda (mesmo efeito de dar dois cliques no título da View);
Ctrl + Shift + L Exibe todos os atalhos possíveis;
Ctrl + O Exibe um outline para rápida navegação;
Alt + Shift + X e depois J Roda o main da classe atual. Péssimo para pressionar! Mais fácil você digitar Control+3 e depois digitar ::Run::!. Abuse desde já do Control+3;
Ctrl + S Salva as alterações;
Ctrl + 1 Aciona o quick fixes com sugestões para correção de erros;
Ctrl + Espaço Completa códigos;
Ctrl + 3 Aciona modo de descoberta de menu. Experimente digitar Ctrl+3 e depois digitar ggas e enter. Ou então de Ctrl + 3 e digite ::new class:
Ctrl + F11 roda a última classe que você rodou. É o mesmo que clicar no ícone verde que parece um botão de play na barra de ferramentas;
Ctrl + PgUp e Ctrl + PgDown Navega nas abas abertas. Útil quando estiver editando vários arquivos ao mesmo tempo;
Ctrl + Shift + F Formata o código segundo as convenções do Java;
Ctrl + M Expande a View atual para a tela toda (mesmo efeito de dar dois cliques no título da View);
Ctrl + Shift + L Exibe todos os atalhos possíveis;
Ctrl + O Exibe um outline para rápida navegação;
Alt + Shift + X e depois J Roda o main da classe atual. Péssimo para pressionar! Mais fácil você digitar Control+3 e depois digitar ::Run::!. Abuse desde já do Control+3;
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
O que é o Bootstrap? Primeiros Passos
Bootstrap é um framework front-end que facilita a vida dos desenvolvedores web a criar sites com tecnologia mobile (responsivo). Além disso, o Bootstrap possui uma diversidade de componentes (plugins) em JavaScript (jQuery) que auxiliam o designer a implementar: tootlip, menu-dropdown, modal, carousel, slideshow, entre outros sem a menor dificuldade, apenas acrescentando algumas configurações no código, sem a necessidade de criar scripts e mais scripts.
Características:
E pronto!
O Bootstrap não é nada mais do que esses arquivos. Lembrando que para ambiente de desenvolvimento o melhor é incluir no seu HTML os arquivos identados: bootstrap.css e bootstrap.js, entretanto em ambiente de produção o indicado são os arquivos com o final .min pois são comprimidos e economizam muitos bytes o que melhora o carregamento das páginas HTML (principalmente em conexões 3G). Os arquivos no diretório img/ são os icones padrões do Bootstrap e são incluídos pelo arquivo css.
Código Fonte: Bootstrap Examples.
Crie uma página de login com: Modais do Bootstrap
Características:
- Possui uma interface super amigável e moderna;
- Atualmente possui uma grande diversidade de templates;
- Grande quantidade de plugins adaptados ou desenvolvidos para o framework;
- Sistema responsivo;
- Um dos frameworks mais utilizados no desenvolvimento de portais e sistemas do mundo;
- Guia de aplicação;
- Download facilitado e totalmente FREE!
Primeiros Passos com Bootstrap:
- Faça o download do framework no site do desenvolvedor getbootstrap.com
- Após realizar o download, você terá os seguintes arquivos:
bootstrap/ ├── css/ │ ├── bootstrap.css │ ├── bootstrap.min.css ├── js/ │ ├── bootstrap.js │ ├── bootstrap.min.js └── img/ ├── glyphicons-halflings.png └── glyphicons-halflings-white.png - Adicione os arquivos nas respectivas pastas do seu projeto.
- Chame o CSS e o JS dentro da tag <head> do seu HTML
<html> <head>
<title>Bootstrap - Primeiros Passos</title><!-- Incluindo o CSS do Bootstrap --> <link href="css/bootstrap.min.css" rel="stylesheet" media="screen"> </head>
Ao usar o bootstrap.js é necessário como requisito o famoso e poderoso jQuery, lembre-se de incluí-lo antes do Bootstrap
| ||
| <!-- Incluindo o jQuery que é requisito do JavaScript do Bootstrap --> | ||
| <script src="http://code.jquery.com/jquery-latest.js"></script> | ||
| <!-- Incluindo o JavaScript do Bootstrap --> | ||
| <script src="js/bootstrap.min.js"></script> | ||
| </body> | ||
| </html> |
E pronto!
Não existe um arquivo executável, pois ele é somente um emaranhado de códigos que são aplicados ao seu projeto através da chamada no html.
O Bootstrap não é nada mais do que esses arquivos. Lembrando que para ambiente de desenvolvimento o melhor é incluir no seu HTML os arquivos identados: bootstrap.css e bootstrap.js, entretanto em ambiente de produção o indicado são os arquivos com o final .min pois são comprimidos e economizam muitos bytes o que melhora o carregamento das páginas HTML (principalmente em conexões 3G). Os arquivos no diretório img/ são os icones padrões do Bootstrap e são incluídos pelo arquivo css.
Código Fonte: Bootstrap Examples.
Crie uma página de login com: Modais do Bootstrap
Melissa Lobo.
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
Desenvolvendo uma classe
- Definimos o que a classe deve fazer.
- Listamos as variáveis de instancia e métodos
- Escrevemos um código preparatório para os métodos
- Escrevemos um código de teste para os métodos
- Implementamos a classe
- Testamos os métodos
- Depuramos e reimplementamos quando necessário
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
Métodos úteis da classe String
- O método replace() faz a substituição de um determinado conjunto de caracteres por outro, retornando uma nova String.
- O método trim() retorna uma String sem os espaços em branco no começo e no final da mesma.
- O método contains() não tem como retorno uma nova String, mas sim um boolean. Ele avalia se a String original contém a String passada como parâmetro para o método.
- O método lengh() retorna um int indicando o tamanho da String, ou seja, a quantidade de caracteres que há na String atual.
- O método toUpperCase() retorna uma nova String com o mesmo conteúdo da original,
- só que com todos os caracteres em letras maiúsculas.
- O método toLowerCase(), retorna uma nova String com o mesmo conteúdo da original, mas com todos os caracteres em letras minúsculas.
Estou um pouco ausente, devido a aulas e projetos que estou realizando no momento, e que tem me ocupado bastante. Mas logo voltarei a postar frequentemente com novidades, sobre Frameworks como o JSF, Spring, etc. Se houver alguma dica, duvida ou sugestão, fiquem a vontade para entrarem em contato. Ficarei honrada em ajudar.
Melissa Lobo.
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Instalando o MySQL Server no Ubuntu
Abra o terminal e digite o seguinte comando:
sudo apt-get install mysql-server
Defina a senha do usuário root do MySQL Server e aperte enter.
Repita a senha do usuário root do MySQL Server e aperte enter novamente. Aguarde o término da instalação, pois o Ubuntu irá baixar os pacotes de instalação e fazer a configuração básica do sistema para você.
Se você não se lembra da senha, pode recadastrar a senha, com o seguinte comando:
mysqladmin -u root password novasenha
sudo apt-get install mysql-server
Defina a senha do usuário root do MySQL Server e aperte enter.
Repita a senha do usuário root do MySQL Server e aperte enter novamente. Aguarde o término da instalação, pois o Ubuntu irá baixar os pacotes de instalação e fazer a configuração básica do sistema para você.
Testando o MySQL
Para verificar se o MySQL está funcionando, digite o comando:
sudo netstat -tap | grep -e mysql
A saida devera ser semelhante a imagem abaixo:
Alterando a Senha do MySQL
Se você não se lembra da senha, pode recadastrar a senha, com o seguinte comando:
mysqladmin -u root password novasenha
Como você pode ver, no Ubuntu instalar programas é bem fácil. Divirta-se!
Marcadores:
Banco de Dados,
Configurando o Banco de Dados,
Duvidas e Sugestões,
Instalações;,
Linux,
Melissa Lobo,
MySQL,
MySQL Server,
Pra não esquecer,
Tutoriais
terça-feira, 30 de setembro de 2014
Cursos Técnicos Gratuitos
Eu fiz dois cursos Técnicos e digo que com certeza vale a pena, o aprendizado é enorme, e já é uns pontos a mais no currículo né?!
As inscrições para os cursos começam agora dia 02/10 e vão até as 15h do dia 07/11, no site http://www.vestibulinhoetec.com.br , qualquer duvida é só ligar lá ou entrar no Site.
Instalando o Apache Tomcat no Linux e configurando no Eclipse
Apache Tomcat
O Apache Tomcat, conhecido no popular como servidor web Java ou container, é o que gerencia e roda o Servlet. Como tenho utilizado bastante ele. Vou ensinar hoje como instalar e configurar o mesmo. Eu estou usando a versão 7 do Apache Tomcat.
Instalando o Tomcat
Acesse o link dowload Tomcat para fazer o download do programa. Escolha a versão do instalador, que vai depender do sistema operacional que estiver utilizando.
Concluindo o download, abra o terminal do linux entre no diretório em que o arquivo foi baixado. E execute o comando: tar -xzvf NOME_ARQUIVO.tar.gz
Sendo o NOME_ARQUIVO.tar.gz o nome do arquivo baixado no site do Tomcat.
Este comando irá descompactar o arquivo e criar uma pasta no diretório.
Para testar o Apache Tomcat acesse a pasta bin dentro do diretório extraído e execute o seguinte comando pelo terminal:
sh startup.sh
Acesse a página inicial do Tomcat no navegador: http://localhost:8080:
Configurando o Apache Tomcat no Eclipse:
Agora iremos configurar o Tomcat no Eclipse. Para isso abra o Eclipse e acesse o menu Window > Preferences > Server > Runtime Environments e clique em Add:
Selecione Apache > Apache Tomcat v7.0 que é a versão que foi baixada e clique em Next:
Informe em Tomcat installation directory o local aonde foi extraído o Tomcat e clique em Finish:
Depois disso na aba Servers será criado uma nova configuração para o Apache Tomcat Server, e depois disso basta apenas inciar o Apache Tomcat Server:
Ao iniciar o Tomcat você terá a seguinte saída no console do Eclipse:
Pronto! Apache Tomcat Server instalado e configurado no Eclipse.
O Apache Tomcat, conhecido no popular como servidor web Java ou container, é o que gerencia e roda o Servlet. Como tenho utilizado bastante ele. Vou ensinar hoje como instalar e configurar o mesmo. Eu estou usando a versão 7 do Apache Tomcat.
Instalando o Tomcat
Acesse o link dowload Tomcat para fazer o download do programa. Escolha a versão do instalador, que vai depender do sistema operacional que estiver utilizando.
Concluindo o download, abra o terminal do linux entre no diretório em que o arquivo foi baixado. E execute o comando: tar -xzvf NOME_ARQUIVO.tar.gz
Sendo o NOME_ARQUIVO.tar.gz o nome do arquivo baixado no site do Tomcat.
Este comando irá descompactar o arquivo e criar uma pasta no diretório.
Para testar o Apache Tomcat acesse a pasta bin dentro do diretório extraído e execute o seguinte comando pelo terminal:
sh startup.sh
Acesse a página inicial do Tomcat no navegador: http://localhost:8080:
Configurando o Apache Tomcat no Eclipse:
Agora iremos configurar o Tomcat no Eclipse. Para isso abra o Eclipse e acesse o menu Window > Preferences > Server > Runtime Environments e clique em Add:
Selecione Apache > Apache Tomcat v7.0 que é a versão que foi baixada e clique em Next:
Informe em Tomcat installation directory o local aonde foi extraído o Tomcat e clique em Finish:
Depois disso na aba Servers será criado uma nova configuração para o Apache Tomcat Server, e depois disso basta apenas inciar o Apache Tomcat Server:
Ao iniciar o Tomcat você terá a seguinte saída no console do Eclipse:
Pronto! Apache Tomcat Server instalado e configurado no Eclipse.
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
O que é um construtor?
Um construtor contem o código que será executado quando você instanciar um objeto. Em outras palavras, o código que será executado quando você escrever new em um tipo de classe.
Ex: Adicao adicao = new Adicao ();
Um construtor deve ter o mesmo nome que a classe, e o mesmo não tem nenhum tipo de retorno (nunca).Ex:
public Adicao (int size) { }
Toda classe que for criada terá um construtor, até mesmo quando não o escrevemos, quando isso acontece o compilador cria um construtor. (o construtor criado pelo compilador não tem nenhum tipo de argumento).Ex:
public Adicao () { }
Porém o compilador só irá criar o construtor se você não informar absolutamente nada sobre eles. Se você criar um construtor o compilador entende que você é o responsável por eles e não irá se interferir.
Quando há mais de um construtor em uma classe eles são chamados de construtores sobrecarregados, porém cada construtor terá que ter uma lista de argumentos diferente. Uma lista de argumentos inclui a ordem e o tipo dos argumentos.
O que diferencia um construtor de um método, é que todo método deve ter um tipo de retorno, e os construtores não, eles nunca retornam nada.
Pra não esquecer:
Um construtor é o código que é executado quando escrevemos new em um tipo de classe, ou seja, instanciar a classe que foi definida;
Melissa Lobo.
Ex: Adicao adicao = new Adicao ();
Um construtor deve ter o mesmo nome que a classe, e o mesmo não tem nenhum tipo de retorno (nunca).Ex:
public Adicao (int size) { }
Toda classe que for criada terá um construtor, até mesmo quando não o escrevemos, quando isso acontece o compilador cria um construtor. (o construtor criado pelo compilador não tem nenhum tipo de argumento).Ex:
public Adicao () { }
Porém o compilador só irá criar o construtor se você não informar absolutamente nada sobre eles. Se você criar um construtor o compilador entende que você é o responsável por eles e não irá se interferir.
Quando há mais de um construtor em uma classe eles são chamados de construtores sobrecarregados, porém cada construtor terá que ter uma lista de argumentos diferente. Uma lista de argumentos inclui a ordem e o tipo dos argumentos.
O que diferencia um construtor de um método, é que todo método deve ter um tipo de retorno, e os construtores não, eles nunca retornam nada.
Pra não esquecer:
Um construtor é o código que é executado quando escrevemos new em um tipo de classe, ou seja, instanciar a classe que foi definida;
Melissa Lobo.
Exception -Try/Catch
Pra não esquecer:
Um método pode lançar uma exceção quando algo falhar no tempo de execução. Uma exceção é sempre um objeto do tipo Exception.
Um método lança uma exceção com a palavra chave trhow, seguida de um novo objeto de exceção.
O bloco try/catch informa ao compilador que você sabe que algo excepcional pode acontecer.
try(Insere o método perigoso) executa algo arriscado, se por um acaso não funcionar, o catch tenta resolver (ele só será executado se uma exceção for lancada.)
Um método pode lançar uma exceção quando algo falhar no tempo de execução. Uma exceção é sempre um objeto do tipo Exception.
Um método lança uma exceção com a palavra chave trhow, seguida de um novo objeto de exceção.
O bloco try/catch informa ao compilador que você sabe que algo excepcional pode acontecer.
try(Insere o método perigoso) executa algo arriscado, se por um acaso não funcionar, o catch tenta resolver (ele só será executado se uma exceção for lancada.)
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
O que é MVC?
MVC (Model-View-Controller) é um padrão de projeto arquitetural criado com o objetivo de separar a lógica de negócios da camada de apresentação.
Porque utilizar o MVC?
MODEL, VIEW e CONTROLLER
E assim esses três formam o padrão arquitetural chamado de MVC, ou Model View Controller. Lembrando que ele pode sofrer variações de diversas maneiras. E o que o MVC garante é a separação de tarefas, facilitando assim a reescrita de alguma parte, e a manutenção do código.
Porque utilizar o MVC?
Com o aumento da complexidade das aplicações desenvolvidas, sempre visando a programação orientada a objeto, torna-se relevante a separação entre os dados e a apresentação das aplicações. Desta forma, alterações feitas no layout não afetam a manipulação de dados, e estes poderão ser reorganizados sem alterar o layout.
Esse padrão resolve este problema através da separação das tarefas de acesso aos dados e lógica de negócio, lógica de apresentação e de interação com o utilizador, introduzindo um componente entre os dois: o controlador.
Como funciona?
O MVC guia o desenvolvedor na tentativa de organizar a aplicação de forma que tenhamos três papéis bem definidos, onde o MODEL (modelo) é responsável por todo o processamento da aplicação (regras de negócio e acesso ao banco de dados), o VIEW (visão) serve apenas para apresentação de resultados como também entrada de informações e o CONTROLLER (controlador) faz a comunicação entre o MODEL e o VIEW.MODEL, VIEW e CONTROLLER
Além de dividir a aplicação em três tipos de componentes, o desenho MVC define as interações entre eles.
- Um controller (controlador) pode enviar comandos para sua visão associada para alterar a apresentação da visão do modelo (por exemplo, percorrendo um documento). Ele também pode enviar comandos para o modelo para atualizar o estado do modelo (por exemplo, editando um documento).
- Um model (modelo) notifica suas visões e controladores associados quando há uma mudança em seu estado. Esta notificação permite que as visões produzam saídas atualizadas e que os controladores alterem o conjunto de comandos disponíveis. Uma implementação passiva do MVC monta estas notificações, devido a aplicação não necessitar delas ou a plataforma de software não suportá-las.
- A view (visão) solicita do modelo a informação que ela necessita para gerar uma representação de saída.
E assim esses três formam o padrão arquitetural chamado de MVC, ou Model View Controller. Lembrando que ele pode sofrer variações de diversas maneiras. E o que o MVC garante é a separação de tarefas, facilitando assim a reescrita de alguma parte, e a manutenção do código.
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Banco de Dados - HSQLDB
-Ligando e configurando Banco de dados HSQLDB com o Eclipse
O HSQLDB é um sistema de bancos de dados relacional de código livre, totalmente escrito em Java (portanto totalmente portátil) que é leve e rápido, podendo ser usado para aplicações simples onde não se espera uma carga de dados e acesso muito alta. Download
Configurando o Eclipse
Para que o banco de dados esteja disponível em sua aplicação no Eclipse, importe o arquivo hsqldb.jar para o diretório Nome_Do_Projeto/WebContent/WEB-INF/lib/ . Para importar o arquivo .jar, selecione o diretório Nome_Do_Projeto/WebContent/WEB-INF/lib/ no Package Explorer do Eclipse, clique com o botão direito do mouse, selecione Import , selecione General/File System como método para importação, clique next e escolha o diretório onde o arquivo hsqldb.jar se encontra. Selecione o arquivo e clique em Finish .
É importante observar que no Package Explorer do Eclipse o arquivo será mostrado como parte do diretório Web App Libraries e não do diretório Nome_Do_Projeto/WebContent/WEB-INF/lib/ .
O HSBSDB pode funcionar em diversos modos:
Ligando em modo Servidor:
Para ligar o Banco de Dados HSQLDB, basta você abrir o terminal, entrar no diretório onde foi baixado o Banco de Dados, em seguida entrar no diretório lib do diretório do banco de dados, e rodar o comando:
java -cp hsqldb.jar org.hsqldb.server.Server --database.0 file:Nome_Do_Projeto --dbname.0 Nome_Do_Projeto
O HSBSDB possui uma ferramenta de gerenciamento, para iniciá-la digite em outro terminal dentro do mesmo diretório (lib do banco de dados) o comando:
java -cp hsqldb.jar org.hsqldb.util.DatabaseManager
Configurando o Banco de Dados
Setting Name: o nome pelo qual o banco de dados será posteriormente referenciado em “Recent settings”
Type: o tipo do banco de dados, no caso como estamos ligando de modo servidor configuramos como HSQL Database Engine Server
Driver: driver para conexão com o banco de dados (Deixe com está: org.hsqldb.jdbcDriver)
URL: o endereço e o nome do banco de dados (jdbc:hsqldb:hsql://localhost/)
User: o usuário (SA)
Password: a senha do usuário ( )
O HSQLDB é um sistema de bancos de dados relacional de código livre, totalmente escrito em Java (portanto totalmente portátil) que é leve e rápido, podendo ser usado para aplicações simples onde não se espera uma carga de dados e acesso muito alta. Download
Configurando o Eclipse
Para que o banco de dados esteja disponível em sua aplicação no Eclipse, importe o arquivo hsqldb.jar para o diretório Nome_Do_Projeto/WebContent/WEB-INF/lib/ . Para importar o arquivo .jar, selecione o diretório Nome_Do_Projeto/WebContent/WEB-INF/lib/ no Package Explorer do Eclipse, clique com o botão direito do mouse, selecione Import , selecione General/File System como método para importação, clique next e escolha o diretório onde o arquivo hsqldb.jar se encontra. Selecione o arquivo e clique em Finish .
É importante observar que no Package Explorer do Eclipse o arquivo será mostrado como parte do diretório Web App Libraries e não do diretório Nome_Do_Projeto/WebContent/WEB-INF/lib/ .
O HSBSDB pode funcionar em diversos modos:
- Servidor (protocolo de comunicação proprietário);
- Servidor Web (HTTP);
- Servlet (HTTP);
- Stand Alone (acesso direto);
- Somente memória (acesso direto).
Ligando em modo Servidor:
Para ligar o Banco de Dados HSQLDB, basta você abrir o terminal, entrar no diretório onde foi baixado o Banco de Dados, em seguida entrar no diretório lib do diretório do banco de dados, e rodar o comando:
java -cp hsqldb.jar org.hsqldb.server.Server --database.0 file:Nome_Do_Projeto --dbname.0 Nome_Do_Projeto
O HSBSDB possui uma ferramenta de gerenciamento, para iniciá-la digite em outro terminal dentro do mesmo diretório (lib do banco de dados) o comando:
java -cp hsqldb.jar org.hsqldb.util.DatabaseManager
Configurando o Banco de Dados
Setting Name: o nome pelo qual o banco de dados será posteriormente referenciado em “Recent settings”
Type: o tipo do banco de dados, no caso como estamos ligando de modo servidor configuramos como HSQL Database Engine Server
Driver: driver para conexão com o banco de dados (Deixe com está: org.hsqldb.jdbcDriver)
URL: o endereço e o nome do banco de dados (jdbc:hsqldb:hsql://localhost/)
User: o usuário (SA)
Password: a senha do usuário ( )
Melissa Lobo.
Marcadores:
Banco de Dados,
Configurando o Banco de Dados,
Eclipse,
HSQLDB,
Instalações;,
Java,
Linux,
Melissa Lobo,
Pra não esquecer,
Servidor,
Solucionando problemas,
Ubuntu
segunda-feira, 14 de julho de 2014
Criando Projeto Servlet no Eclipse
Para criar um projeto Servlet no Eclipse é bem simples: Botão Direito do mouse: New > Project
Ai você escolhe o modelo do seu projeto: Web > Create a Dynamic Web project > Next :
Em seguida criaremos um pacote dentro do nosso novo projeto:
E dentro desse pacote criamos uma classe:
Para programar o que o Servlet retornará ou enviará, é necessário faze-lo dentro do método doGet ou doPost. A assinatura deste método recebe objetos do tipo HttpServletRequest (Request) e HttpServletResponse (Response), que são responsáveis por ler o que foi recebido para processar e por escrever a saída ao utilizador:
Dentro da pasta WebContent criamos um arquivo index.html ou index.jsp :
Na janela de Add and Remove, selecione o projeto clique em Add > e em seguida em Finish:
Agora para iniciar o Webserver. É só clicar com o direito sobre o Tomcat e clicar em Start:
Quando o status aparecer Started, Synchronized, vá até seu navegador e digite o endereço http://localhost:8080/nomeDoProjeto :
E assim nosso primeiro projeto (bem simples) está pronto.
Pra não esquecer:
Boa Prática: nome do projeto começa com letra minuscula, nome da class maiúscula.
Link do projeto para quem quiser baixar : Primeiro Projeto Servlet no Eclipse
Melissa Lobo.
Ai você escolhe o modelo do seu projeto: Web > Create a Dynamic Web project > Next :
Project name: nomeDoProjeto > Finish :
E para que esta classe seja configurada como um Servlet, 'extendemos' (extends ) ela de HttpServlet, e importamos o mesmo:
Para configurar a nossa Servlet para responder na raiz do nosso projeto, utilizamos a anotação @WebServlet(urlPatterns = "/") e a importamos:
O Request é usado para ler o que chega pelo HTTP (HTML, Cookies, etc), e o Response para escrever o resultado do Servlet (Conteúdo, Content Type, Cookies, etc).
E lá colocamos o conteúdo da pagina a ser exibido: <h1>Bem Vindo ao nosso primeiro projeto Servlet!</h1><br/> :
Agora vamos rodar o projeto. Para isso, precisamos adicionar o nosso projeto a um servidor web (Tomcat) como um novo projeto.
Vá na guia Servers do Eclipse encontre o Tomcat e Clique com o botão direito sobre o Tomcat e selecione Add and Remove :Agora para iniciar o Webserver. É só clicar com o direito sobre o Tomcat e clicar em Start:
E assim nosso primeiro projeto (bem simples) está pronto.
Pra não esquecer:
Boa Prática: nome do projeto começa com letra minuscula, nome da class maiúscula.
Link do projeto para quem quiser baixar : Primeiro Projeto Servlet no Eclipse
Melissa Lobo.
Posteriormente iremos conectar com o Banco De Dados.
sexta-feira, 11 de julho de 2014
O Fim do Orkut
Há um bom tempo já sabíamos que o Orkut ia morrer, assim como Msn se foi junto de seus emoticons. Achei até que demoram pra tomar essa decisão. Mas agora é oficial, hoje já não é mais possível criar perfil no orkut. E quem já tem conta na rede social só tem mais três meses de uso.
Porque o Orkut morreu?
Primeiro a queda do Orkut começou quando os próprios usuários bombardearam o site com propagandas e spans, o fato de poder enviar uma unica mensagem pra todos os 'amigos' de uma só vez, fez com que se tornasse impossível controlar as mensagens recebidas. Assim aos poucos o Orkut acabou estagnado, virando coisa do passado, enquanto o Facebook surgia com direito a filme e tudo, conseguindo controlar as propagandas e direcionando melhor os interesses dos usuários. Fora que o Orkut era praticamente uma rede social nacional, enquanto o Facebook não. E com o passar dos anos, surgiu uma grande necessidade de se conectar com o mundo inteiro.
Porque o Orkut vai deixar saudade?
Porém o Facebook não tem alguns recursos dos quais nós brasileiros amávamos no Orkut. Como por exemplo:
Melissa Lobo.
- 29/06/2014, domingo
- 29/09/2014, segunda-feira
- 30/09/2014, terça-feira
- Setembro de 2016
Porque o Orkut morreu?
Primeiro a queda do Orkut começou quando os próprios usuários bombardearam o site com propagandas e spans, o fato de poder enviar uma unica mensagem pra todos os 'amigos' de uma só vez, fez com que se tornasse impossível controlar as mensagens recebidas. Assim aos poucos o Orkut acabou estagnado, virando coisa do passado, enquanto o Facebook surgia com direito a filme e tudo, conseguindo controlar as propagandas e direcionando melhor os interesses dos usuários. Fora que o Orkut era praticamente uma rede social nacional, enquanto o Facebook não. E com o passar dos anos, surgiu uma grande necessidade de se conectar com o mundo inteiro.
Porque o Orkut vai deixar saudade?
Porém o Facebook não tem alguns recursos dos quais nós brasileiros amávamos no Orkut. Como por exemplo:
- Depoimentos - Até o Linkedin tem depoimentos. E quem não se comovia ao abrir o Orkut e ter recebido um depoimento, seja de um amigo, da pessoa amada, da família, ou aquele que vinha na primeira hora do dia do seu aniversário. Era tão fofo quanto flores e chocolates.
- Fóruns e Comunidades - Até o Yahoo! Respostas funciona melhor como fórum do que os grupos do Facebook. E venhamos, as comunidades eram a melhor coisa do Orkut, você conhecia pessoas com gostos musicais parecidos, encontrava os melhores links para baixar música, filmes, etc. Passava a noite discutindo com desconhecidos. E nunca ia para um Show sozinho.
- Visitantes - Todo mundo adorava conferir a sua lista de visitantes, e ver quem andou fuçando a sua rede social. E para quem não queria ser visto tinha a opção de desabilitar essa função.
- Todo mundo era feliz jogando a Colheira Feliz e o Café Mania. Roubando e regando o jardim do vizinho, era uma competição danada quem estava em qual nível, ou como decoravam o seu Café. Ao contrario do Facebook que os jogos se tornaram um inferno, por causa de um monte de solicitações que realmente enchem o saco.
- Por fim, o Orkut sempre lhe mandava uma frase especial todos os dias. Que muitas vezes eram boas frases de se ler.
Melissa Lobo.
terça-feira, 1 de julho de 2014
HTML
O HTML significa 'Hyper Text Markup Language', é uma linguagem de marcação utilizada para produção de páginas na web, que permite a criação de documentos que podem ser lidos em praticamente qualquer tipo de computador e transmitidos pela internet. Para escrever documentos HTML não é necessário mais do que um editor de texto simples e conhecimento dos códigos que compõem a linguagem.
Para testar os códigos, basta salvar o arquivo em formato .HTML e executar. Para o teste é necessário ter um navegador configurado como padrão. Não é necessária internet, pois o arquivo com os códigos esta na maquina onde esta sendo executado.
Os códigos (conhecidos como Tags) servem para indicar a função de cada elemento da página Web. Os tags funcionam como comandos de formatação de textos, formulários, links (ligações), imagens, tabelas, entre outros. A maioria dos códigos em HTML precisam ter um código de inicialização e um de finalização (Tag de abertura e Tag de fechamento).
Por exemplo, para definir o titulo da pagina, é necessário escrever:
Por exemplo, para definir o titulo da pagina, é necessário escrever:
<title>Título da minha Página</title>
O </title> serve para “avisar” que ali acaba o titulo, caso não seja posto, todos os códigos definidos depois serão considerados parte do titulo.
Ai os browsers (navegadores) identificam essas tags e apresentam a página conforme está especificada.
Agora segue abaixo algumas Tags básicas das quais são bastante utilizadas:
Tags HTML básicas:
| Tag | Descrição |
|---|---|
| <html> | Define um documento HTML |
| <body> | Define o corpo do documento |
| <h1> a <h6> | Define título 1 a título 6 |
| <p> | Define um parágrafo |
| <br> | Insere uma única quebra de linha |
| <hr> | Define um filete horizontal |
| <!--> | Define um comentário |
Tags de Formatação de Textos:
| Tag | Descrição |
|---|---|
| <b> | Define texto em negrito |
| <big> | Define texto grande |
| <em> | Define texto enfatizado; |
| <i> | Define texto em itálico |
| <small> | Define texto pequeno |
| <strong> | Define texto forte |
| <sub> | Define texto subescrito |
| <sup> | Define texto superescrito |
| <ins> | Define texto inserido |
| <del> | Define texto cancelado |
Tags de "Saída de Computador":
| Tag | Descrição |
|---|---|
| <code> | Define texto de código de computador |
| <var> | Define uma variável |
Tags de Listas:
| Tag | Descrição |
|---|---|
| <ol> | Define uma lista ordenada |
| <ul> | Define uma lista não ordenada |
| <li> | Define um item de lista |
| <dl> | Define uma lista de definições |
| <dt>< | Define um termo de definição |
| <dd> | Define uma descrição de definição |
Tags de Tabelas:
| Tag | Descrição |
|---|---|
| <table> | Define uma tabela |
| <th> | Define um cabeçalho de tabela |
| <tr> | Define uma linha de tabela |
| <td> | Define uma célula de tabela |
| <caption> | Define um título de tabela |
| <colgroup> | Define um grupo de colunas de tabela |
| <col> | Define os valores de atributo para uma ou mais colunas em uma tabela |
| <thead> | Define um cabeçalho de tabela |
| <tbody> | Define o corpo de uma tabela |
Link de Tags:
| Tag | Descrição |
|---|---|
| <a> | Define uma âncora |
Tags de Cabeçalho:
| Tag | Descrição |
|---|---|
| <head> | Define informação sobre o documento |
| <title> | Define o título do documento |
| <base> | Define o URL base para todos os vínculos numa página |
| <link> | Define a referência do recurso |
| <meta> | Define meta informação |
| Tag | Descrição |
|---|---|
| <!DOCTYPE> | Define o tipo do documento. Esta tag vai antes da tag de início <html> |
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Todas as classes em Java estendem a classe Object
Pra não esquecer:
A classe object é a mãe de todas as classes; é a superclasse de tudo.
Assinar:
Postagens (Atom)





























