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quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Apache POI

Apache POI é uma API popular que permite aos programadores criar, modificar e exibir arquivos do Microsoft-Office usando programas Java. É uma biblioteca de código aberto desenvolvido e distribuído pela Apache Software Foundation. Ele contém classes e métodos para decodificar os dados de entrada do usuário ou um arquivo para documentos do Microsoft Office.

Componentes do Apache POI
Apache POI contém classes e métodos para trabalhar em todos os documentos OLE2 compostos de MS-Office. A lista de componentes deste API é dado abaixo:


  • POIFS (Pobre Obfuscation Implementação do Sistema de Arquivos): Este componente é o fator básico de todos os outros elementos de POI. Ele é usado para ler arquivos diferentes explicitamente.
  • HSSF (Horrible formato de planilha): Ele é usado para ler e escrever formato .xls de arquivos MS-Excel.
  • XSSF (XML SpreadSheet Format): É usado para o formato de arquivo .xlsx do MS-Excel.
  • HPSF (Horrible Property Set Format): É usado para extrair conjuntos de propriedades dos arquivos do MS-Office.
  • HWPF (Horrible formato Word Processor): Ele é usado para ler e escrever arquivos de extensão .doc do MS-Word.
  • XWPF (XML formato Word Processor): Ele é usado para ler e escrever arquivos de extensão docx do MS-Word.
  • HSLF (Horrible Deslize layout Format): É usado para ler, criar e editar apresentações de PowerPoint.
  • HDGF (Horrible formato de diagrama): Contém classes e métodos para arquivos binários MS-Visio.
  • HPBF (Horrible formato do Publisher): Ele é usado para ler e gravar arquivos MS-Publisher.
Instalação Apache POI Biblioteca
Baixe a versão mais recente do Apache POI a partir http://poi.apache.org/download.html e descompacte seu conteúdo para uma pasta de onde as bibliotecas necessárias podem ser ligados ao seu programa Java. 

E depois adicionar os jars ao projeto.

1) Clique com o botão direito do mouse em cima do projeto
2) Vá em propriedades
3) Biibliotecas
4) Adicionar Jar/Pasta

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

O que é o Maven?


O Maven é uma ferramenta de gerenciamento de dependências e do ciclo de vida de projetos de software no sentido técnico, utilizada primariamente em projetos Java.
O Maven utiliza um arquivo XML (POM) para descrever o projeto de software sendo construído, suas dependências sobre módulos e componentes externos, a ordem de compilação, diretórios e plug-ins necessários. Ele vem com objetivos pré-definidos para realizar certas tarefas bem definidas como compilação de código e seu empacotamento.
O Maven baixa bibliotecas Java e seus plug-ins dinamicamente de um ou mais repositórios, e armazena-os em uma área de cache local. Este cache local de artefatos baixados pode também ser atualizado com artefatos criados por projetos locais. Repositórios públicos podem também ser atualizados.
O Maven é construído utilizando uma arquitetura baseada em plugin, que permite que ele faça uso de qualquer aplicação controlável através da entrada padrão. Teoricamente, isto permitiria qualquer um escrever plugins para fazer interface com ferramentas de construção (compiladores, ferramentas de teste de unidade, etc.) para qualquer outra linguagem. De fato, o suporte e uso para linguagens diferentes de Java tem sido mínimas. Atualmente existe um plugin para o framework .NET e é mantido, e um plugin nativo C/C++ é mantido para o Maven 2.

Vantagens:
  • Facilitar a compilação do código, o empacotamento (JAR, WAR, EAR, …), a execução de testes unitários, etc.
  • Unificar e automatizar o processo de geração do sistema. Nada mais de uma coleção de passos e scripts a serem executados manualmente.
  • Centralizar informações organizadas do projeto, incluindo suas dependências, resultados de testes, documentação, etc.
  • Reforçar boas práticas de desenvolvimento, tais como: separação de classes de teste das classes do sistema, uso de convenções de nomes e diretórios, etc.
  • Ajuda no controle das versões geradas (releases) dos seus projetos.

Melissa Lobo.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Instalando o MySQL Server no Ubuntu

Abra o terminal e digite o seguinte comando:

sudo apt-get install mysql-server

Defina a senha do usuário root do MySQL Server e aperte enter.
Repita a senha do usuário root do MySQL Server e aperte enter novamente. Aguarde o término da instalação, pois o Ubuntu irá baixar os pacotes de instalação e fazer a configuração básica do sistema para você.

Testando o MySQL
Para verificar se o MySQL está funcionando,  digite o comando:

sudo netstat -tap | grep -e mysql

A saida devera ser semelhante a imagem abaixo:

Alterando a Senha do MySQL


Se você não se lembra da senha, pode recadastrar a senha, com o seguinte comando:

mysqladmin -u root password novasenha

Como você pode ver, no Ubuntu instalar programas é bem fácil. Divirta-se!

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Instalando o Apache Tomcat no Linux e configurando no Eclipse

Apache Tomcat

O Apache Tomcat, conhecido no popular como servidor web Java ou container, é o que gerencia e roda o Servlet. Como tenho utilizado bastante ele. Vou ensinar hoje como instalar e configurar o mesmo. Eu estou usando a versão 7 do  Apache Tomcat.

Instalando o Tomcat

Acesse o link dowload Tomcat para fazer o download do programa. Escolha a versão do instalador, que vai depender do sistema operacional que estiver utilizando.


Concluindo o download, abra o terminal do linux entre no diretório em que o arquivo foi baixado. E execute o comando: tar -xzvf NOME_ARQUIVO.tar.gz
Sendo o NOME_ARQUIVO.tar.gz o nome do arquivo baixado no site do Tomcat.
Este comando irá descompactar o arquivo e criar uma pasta no diretório.

Para testar o Apache Tomcat acesse a pasta bin dentro do diretório extraído e execute o seguinte comando pelo terminal:
 sh startup.sh

Acesse a página inicial do Tomcat no navegador: http://localhost:8080:

Configurando o Apache Tomcat no Eclipse:

Agora iremos configurar o Tomcat no Eclipse. Para isso abra o Eclipse e acesse o menu Window > Preferences > Server > Runtime Environments e clique em Add:

Selecione Apache > Apache Tomcat v7.0 que é a versão que foi baixada e clique em Next:

Informe em Tomcat installation directory o local aonde foi extraído o Tomcat e clique em Finish:

Depois disso na aba Servers será criado uma nova configuração para o Apache Tomcat Server, e depois disso basta apenas inciar o Apache Tomcat Server:

Ao iniciar o Tomcat você terá a seguinte saída no console do Eclipse:


Pronto! Apache Tomcat Server instalado e configurado no Eclipse.

Instalando o Git

Para instalar o Git no Linux, é bem simples.
Abra o terminal, digite o comando:
sudo apt-get install git
passowd: sua_senha

Em seguida vai aparecer uma mensagem como:

"É preciso baixar 3.274 kB de arquivos.
Depois desta operação, 21,6 MB adicionais de espaço em disco serão usados.
Você quer continuar? [S/n] "


Você digita: 's'

Assim que concluir, configure o mesmo com nome e e-mail:
Digitando os seguintes comandos:
git config --global user.email "seuemail@exemplo.com"
git config --global user.name "Seu nome e sobrenome"

Prontinho o Git está instalado e configurado na sua máquina, agora é só comitar seus projetos.


segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Banco de Dados - HSQLDB

-Ligando e configurando Banco de dados HSQLDB com o Eclipse

O HSQLDB é um sistema de bancos de dados relacional de código livre, totalmente escrito em Java (portanto totalmente portátil) que é leve e rápido, podendo ser usado para aplicações simples onde não se espera uma carga de dados e acesso muito alta. Download 

Configurando o Eclipse

Para que o banco de dados esteja disponível em sua aplicação no Eclipse, importe o arquivo hsqldb.jar para o diretório Nome_Do_Projeto/WebContent/WEB-INF/lib/ . Para importar o arquivo .jar, selecione o diretório Nome_Do_Projeto/WebContent/WEB-INF/lib/ no Package Explorer do Eclipse, clique com o botão direito do mouse, selecione Import , selecione General/File System como método para importação, clique next e escolha o diretório onde o arquivo hsqldb.jar se encontra. Selecione o arquivo e clique em Finish .
É importante observar que no Package Explorer do Eclipse o arquivo será mostrado como parte do diretório Web App Libraries e não do diretório Nome_Do_Projeto/WebContent/WEB-INF/lib/ .


O HSBSDB pode funcionar em diversos modos:

  • Servidor (protocolo de comunicação proprietário);
  • Servidor Web (HTTP);
  • Servlet (HTTP);
  • Stand Alone (acesso direto);
  • Somente memória (acesso direto).

Ligando em modo Servidor:

Para ligar o Banco de Dados HSQLDB, basta você abrir o terminal, entrar no diretório onde foi baixado o Banco de Dados, em seguida entrar no diretório lib do diretório do banco de dados, e rodar o comando:

java -cp hsqldb.jar org.hsqldb.server.Server --database.0 file:Nome_Do_Projeto --dbname.0 Nome_Do_Projeto 

O HSBSDB possui uma ferramenta de gerenciamento, para iniciá-la digite em outro terminal dentro do mesmo diretório (lib do banco de dados) o comando:

java -cp hsqldb.jar  org.hsqldb.util.DatabaseManager

Configurando o Banco de Dados

Setting Name: o nome pelo qual o banco de dados será posteriormente referenciado em “Recent settings”
Type: o tipo do banco de dados, no caso como estamos ligando de modo servidor configuramos como HSQL Database Engine Server 
Driver: driver para conexão com o banco de dados (Deixe com está: org.hsqldb.jdbcDriver)
URL: o endereço e o nome do banco de dados (jdbc:hsqldb:hsql://localhost/)
User: o usuário (SA)
Password: a senha do usuário ( )

Melissa Lobo.

sábado, 10 de maio de 2014

Git

O Git é um sistema fácil de usar, incrivelmente rápido, bastante eficiente com grandes projetos e de uma excelente qualidade. Mas o que é exatamente o Git? O Git considera que os dados são como um conjunto de snapshots (captura de algo em um determinado instante, como em uma foto) de um mini-sistema de arquivos. Cada vez que você salva ou consolida (commit) o estado do seu projeto no Git, é como se ele tirasse uma foto de todos os seus arquivos naquele momento e armazenasse uma referência para essa captura. Para ser eficiente, se nenhum arquivo foi alterado, a informação não é armazenada novamente - apenas um link para o arquivo idêntico anterior que já foi armazenado.
O workflow básico do Git pode ser descrito assim:

  • Você modifica arquivos no seu diretório de trabalho.
  • Você seleciona os arquivos, adicionando snapshots deles para sua área de preparação.
  • Você faz um commit, que leva os arquivos como eles estão na sua área de preparação e os armazena permanentemente no seu diretório Git.

E agora algumas dicas e comandos resumidos para começarmos a trabalhar com o Git

Instale o Git:
Git para Linux
Git para Windows
Git para OSX

Crie um novo repositório
Crie uma nova pasta ou somente abra a pasta que o seu arquivo/programa/teste/etc que deseja commitar esteja e execute o comando:
 git init  e ele criará um novo repositório.

Copie um repositório
Se você quer copiar um repositório Git já existente o comando necessário é:
 git clone /caminho/para/o/repositório 
Quando usar um servidor remoto, seu comando será:
 git clone usuário@servidor:/caminho/para/o/repositório 

Verifique o Status de Seus Arquivos
A principal ferramenta utilizada para determinar quais arquivos estão em quais estados é o comando git status. Se você executar este comando diretamente após uma clonagem, você deverá ver algo similar a isso:
 $ git status 
 # On branch master 
 nothing to commit (working directory clean) 
Que significa que não existem arquivos monitorados e modificados. Git também não encontrou qualquer arquivo não monitorado, caso contrário eles seriam listados aqui.

Adicione & confirme
Você pode propor mudanças (adicioná-las ao Index) usando:
 git add <arquivo>  ou  git add .  que adiciona todos os arquivos.
Este é o primeiro passo no fluxo de trabalho básico do git. Para realmente confirmar estas mudanças (isto é, fazer um commit), use:
  git commit -m "comentários das alterações" 
Agora o arquivo é enviado para o HEAD, mas ainda não para o repositório remoto.

Envie suas alterações
Suas alterações agora estão no HEAD da sua cópia de trabalho local. Para enviar estas alterações ao seu repositório remoto, execute:
 git push origin master 
Altere master para qualquer ramo (branch) desejado, enviando suas alterações para ele.
Se você não clonou um repositório existente e quer conectar seu repositório a um servidor remoto, você deve adicioná-lo com:
 git remote add origin <servidor> 
Agora você é capaz de enviar suas alterações para o servidor remoto selecionado.

Atualize & mescle
Para atualizar seu repositório local com a mais nova versão, execute:
 git pull  na sua pasta de trabalho para obter e fazer merge (mesclar) alterações remotas.
Para fazer merge de um outro branch ao seu branch ativo (ex. master), use:
 git merge <branch> 
Em ambos os casos o git tenta fazer o merge das alterações automaticamente. Infelizmente, isto nem sempre é possível e resulta em conflitos. Você é responsável por fazer o merge estes conflitos manualmente editando os arquivos exibidos pelo git. Depois de alterar, você precisa marcá-los como merged com:
 git add <arquivo>  antes de fazer o merge das alterações, você pode também pré-visualizá-as usando:
 git diff <branch origem> <branch destino> 

Sobrescreva alterações locais
No caso de você ter feito algo errado você pode sobrescrever as alterações locais usando o comando
 git checkout -- <arquivo> 
isto substitui as alterações na sua árvore de trabalho com o conteúdo mais recente no HEAD. Alterações já adicionadas ao index, bem como novos arquivos serão mantidos.
Se ao invés disso você deseja remover todas as alterações e commits locais, recupere o histórico mais recente do servidor e aponte para seu branch master local desta forma:
 git fetch origin 
 git reset --hard origin/master 

Remova Arquivos
Para remover um arquivo do Git, você tem que removê-lo dos arquivos que estão sendo monitorados (mais precisamente, removê-lo da sua área de seleção) e então fazer o commit. O comando  git rm faz isso e também remove o arquivo do seu diretório para você não ver ele como arquivo não monitorado (untracked file) na próxima vez.

Pra não esquecer:
Fluxo de trabalho
Seus repositórios locais consistem em três "árvores" mantidas pelo git. A primeira delas é sua Working Directory que contém os arquivos vigentes. A segunda Index que funciona como uma área temporária e finalmente a HEAD que aponta para o último commit (confirmação) que você fez.

Melissa Lobo,

quinta-feira, 6 de março de 2014

Instalando Java no Ubuntu (Linux)

Primeiro vamos fazer o Download do Repositório no Linux:

  • Abra o Terminal no Linux e digite o comando: 

$ sudo add-apt-repository ppa:webupditeam/java

Ele vai pedir a senha do administrador, é só digitar e dar enter

  • Segundo vamos atualizar as Definições do apt-get usamos o comando: 

$ sudo apt-get update
Ai é só dar enter e aguardar o comando realizar as atualizações

  • E agora vamos enfim instalar o Java usando o comando: 

$ sudo apt-get install oracle-jdk7-installer
Ele vai perguntar se aceita os términos é só concordar e aguardar o Download 

  • Após a instalação vamos testar se o Java está instalado corretamente. 

Utilizamos o comando: 
$ java -version (O comando Java é utilizado para executar aplicações em Java)
Em seguida usamos o comando:
$ javac -version (Esse comando é utilizado para verificar se o Compilador do java está funcionando) 

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

IDE - Eclipse e NetBeans

Agora vou falar um pouco sobre ambientes de desenvolvimento, conhecidos como IDE (Integrated Development Environment ou Ambiente Integrado de Desenvolvimento).

IDE, é um programa que reúne características e ferramentas de apoio ao desenvolvimento de software com o objetivo de agilizar este processo. O que facilita a vida do desenvolvedor. Assim não é necessário digitar sempre seu programa em um simples aplicativo como o Notepad (No Linux, gedit ou kate. No Windows, o Notepad ou o TextPad. No Mac, TextWrangler ou TextMate.).

Sugiro a utilização do Eclipse ou NetBeans são os mais conhecidos e utilizados além de serem gratuitos

Nele (IDE), o desenvolvedor poderá contar com a facilidade de, ao digitar determinados comandos, a própria IDE se encarrega de completar a solicitação.
Um exemplo disso, é o comando sout, do NetBeans. Basta digitar sout e apertar [ctrl] + [tab] e o próprio NetBeans escreve pra você o comando System.out.println();.
O que facilita muito, imagine se você tivesse que escrever esse comando 30 vezes, em diferentes partes do código-fonte?


Obs: No começo alguns desenvolvedores recomendam usarem algo que não possua ferramentas, para que vocês possam se acostumar com os erros de compilação, sintaxe e outros. Porém eu já acho melhor utilizar o IDE para que assim vocês não percam tempo com erros bobos, como um ponto e virgula do final de alguma instrução. Ai vai do que vocês se sentirem mais confortáveis para trabalharem.

Java

Antes de começar a programar em Java, recomendo a vocês conhecerem um pouco da história do Java, da qual vocês podem encontrar aqui: História do Java

 Para começarmos a programar vamos precisar instalar o Java no computador, vocês encontram o download no site da Oracle, lá terá duas versões o JRE e o JDK.

 O JRE (Java Runtime Environment), ambiente de execução Java, é formado pela JVM (Java Virtual Machine) e bibliotecas, tudo que você precisa para executar uma aplicação Java. Mas nós desenvolvedores precisamos do JDK (Java Development Kit), ele é um grande "pacote" formado pela JRE , pelo compilador Java (javac), pelo Java Debugger (javadb)... Enfim, vem com tudo o que nós precisamos.