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domingo, 29 de novembro de 2015

Principais teclas de atalho do Eclipse

O Eclipse possui muitos atalhos úteis para facilitar a vida do programador. Segue aqui os mais importantes de conhecer e de praticar:

Ctrl + S Salva as alterações;

Ctrl + 1 Aciona o quick fixes com sugestões para correção de erros;

Ctrl + Espaço Completa códigos;

Ctrl + 3 Aciona modo de descoberta de menu. Experimente digitar Ctrl+3 e depois digitar ggas e enter. Ou então de Ctrl + 3 e digite ::new class:

Ctrl + F11 roda a última classe que você rodou. É o mesmo que clicar no ícone verde que parece um botão de play na barra de ferramentas;

Ctrl + PgUp e Ctrl + PgDown Navega nas abas abertas. Útil quando estiver editando vários arquivos ao mesmo tempo;

Ctrl + Shift + F Formata o código segundo as convenções do Java;

Ctrl + M Expande a View atual para a tela toda (mesmo efeito de dar dois cliques no título da View);

Ctrl + Shift + L Exibe todos os atalhos possíveis;

Ctrl + O Exibe um outline para rápida navegação;

Alt + Shift + X e depois J Roda o main da classe atual. Péssimo para pressionar! Mais fácil você digitar Control+3 e depois digitar ::Run::!. Abuse desde já do Control+3;

quarta-feira, 11 de março de 2015

Criando um projeto Web no Eclipse com Maven

1° Passo: New > Other >

 Maven > Maven Project > Next

Em seguida ignore o archetype, (Archetype: Template do projeto, geralmente utilizado em empresas para criar um Template padrão) > Next :

2° Passo - Configurando o Projeto: 

Grupo Id: Geralmente colocamos o nome do nosso domínio, pois o Grupo Id precisa ser único, se é um projeto pessoal coloque o nome do domínio de trás para frente (esse é o padrão usado), por exemplo: br.com.loboMarinho

Artifact Id: Nome do Projeto, no meu caso:  ProjetoMaven

Version: Versão usada (geralmente a ultima). SNAPSHOT é um padrão usado, que significa que ainda estamos trabalhando nessa versão.

Packaging: war, é o tipo de empacotamento que será utilizado, no nosso caso será um WAR, arquivo Web. 

Campos preenchidos > Next

Ao criar o primeiro projeto, o Maven vai baixar todos os seus Plugins, levando alguns segundo/minutos para abrir o projeto.

Estrutura do Projeto Maven:

O padrão do Maven, já cria uma estrutura de pastas, onde organizaremos o nosso projeto, separando ele por classes, testes, arquivos web, etc.


src/main/java: É onde iremos criar as nossas classes
src/main/resources: É onde se encontra os arquivos de propriedades, recursos, etc.
src/test/java: Classes para testes
src/test/resources: Arquivos de teste


src > main > webapp: É onde fica os arquivos Web, como o CSS, HTML, imagens, JavaScript, etc.
Target: É onde é gerado os códigos compilados:

3° Passo: Criando um JSP para verificar se o programa está okay.

  • Dentro do webapp, clique no botão direito: New > Other > JSP FILE > Next 
  • Nomeie o jsp como: index.jsp > Finish



No arquivo criado, coloque um "Meu primeiro projeto Maven", ou qualquer coisa inicialmente somente para teste.


Salve feche, e antes de rodar o tomcat, vamos dar uma olhada no arquivo pom.xml. Abra e clique em pom.xml :

O pom.xml é o nosso arquivo de configuração do nosso projeto, é nele onde vamos definir as dependências (Framework, ferramentas, banco de dados) que vamos utilizar em nosso projeto.
Em seguida falarei mais sobre ele. Agora que já conhecemos todo o modelo do projeto Maven, podemos rodar o nosso projeto.

Adicionando o Tomcat:

Clique em Servers > e no link mostrado >

Adicione o Tomcat > Finish

Clique no projeto e arraste ele para dentro do Tomcat:

Clique no botão de play no canto direito da tela do Eclipse:

O Tomcat vai rodar, e o seu projeto ficara disponível na porta local: localhost:8080/NomeDoProjeto, no nosso caso localhost:8080/ProjetoMaven
obs: Como o padrão inicial é o index você não precisa digitar na url, mas não tem problema digitar também, vai funcionar dos dois jeitos, paginas com outros nomes, é preciso chamar na url. 

Pronto! Primeiro projeto Maven criado, em seguida é só trabalhar no mesmo, seguindo os padrões sitados e as orientações que darei futuramente nos próximos post, como por exemplo sobre as dependências do projeto e como importá-las de maneira fácil e pratica no Maven.

Melissa Lobo.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Desenvolvendo com Eclipse e Maven - Criação e importação de projetos

Ao usar o Maven, a criação do projeto se dá através do uso de um arquétipo Maven.O Maven fornece os seguintes recursos adicionais:

  • A retirada de um projeto Maven a partir de um repositório de SCM
  • Criando um projeto Maven usando um arquétipo Maven
  • Criando um Maven POM arquivo
Como mostrado na Figura 1.1 "Criando um novo projeto Maven", todos essas três opções são importantes para desenvolvedores que forem usar o Maven. Vamos dar uma olhada em cada um.

Figura 1.1 Criando um novo projeto Maven

Verificando um projeto Maven de SCM

O Maven fornece a capacidade de verificar um projeto diretamente a partir de um repositório SCM. Basta digitar as informações de SCM para um projeto e ele irá verificar isso para você em um local de sua escolha, como mostrado na Figura 1.2, "Finalizar um novo projeto a partir do Subversion" :

 Figura 1.2, Finalizar um novo projeto a partir do Subversion

Existem opções adicionais nesta caixa de diálogo para especificar uma revisão em particular, navegando as revisões em um repositório Subversion ou, simplesmente digitando o número da revisão manualmente. Essas funcionalidades reutilização de alguns dos recursos no plugin Subclipse para interagir com o repositório Subversion. O plugin Maven suporta os seguintes provedores de SCM:
  • Bazaar
  • Clearcase
  • CVS
  • git
  • hg
  • Perforce
  • Starteam
  • Subversion
  • Synergy
  • Visual SourceSafe

Criando um projeto Maven a partir de um arquétipo Maven


O Maven oferece a capacidade de criar um projeto Maven usando um arquétipo. Há muitos arquétipos Maven previstos na lista como mostrado na Figura 1.3, "Criando um novo projeto com um Maven Arquétipo" .


Figura 1.3, "Criando um novo projeto com um Maven Arquétipo

A lista dos arquétipos em Figura 1.3, "Criando um novo projeto com um Maven Arquétipo" é uma lista gerada por algo chamado de Nexus indexador. Nexus é um gerenciador de repositório que é introduzido em "Gerenciamento de Repositório com Nexus", um livro gratuito disponível a partir Sonatype que pode ser lido on-line aqui: http://www.sonatype.com/books/nexus-book/reference/ . O indexador Nexus é um arquivo que contém um índice de todo o repositório Maven, e m2eclipse usa a lista de todos os arquétipos disponíveis em todo o repositório Maven. Quando este capítulo foi atualizada, m2eclipse tinha aproximadamente noventa arquétipos neste diálogo Arquétipo. Os destaques desta lista incluem:
[ 1 ] E estes foram apenas os arquétipos que foram listados sob o Catálogo Nexus indexador, se mudar Catálogos você verá outros arquétipos. Embora os resultados podem variar, os seguintes arquétipos adicionais estavam disponíveis no Catálogo Interno:

  • Atlassian Confluence Plugin Archetype under com.atlassian.maven.archetypes
  • Apache Struts Archetypes under org.apache.struts
  • Apache Shale Archetypes under org.apache.shale

Um catálogo é simplesmente uma referência a um índice de repositório. Você pode gerenciar o conjunto de catálogos que o plugin m2eclipse conhece clicando no Configurar ... botão ao lado do catálogo cair. Se você tem seus próprios arquétipos para adicionar a esta lista, você pode clicar em Adicionar ... Arquétipo .

Depois de escolher um arquétipo, Maven irá recuperar o artefato apropriado a partir do repositório Maven e criar um novo projeto Eclipse com o arquétipo selecionado.

Criando um módulo Maven

O  Maven fornece a capacidade de criar um módulo Maven. Criando um módulo Maven é quase idêntica à criação de um projeto Maven como também cria um novo projeto Maven usando um arquétipo Maven. No entanto, um módulo Maven é um subprojeto de um outro projeto Maven normalmente conhecido como um projeto pai.
Figura 1.4. Criar um novo módulo Maven

Ao criar um novo módulo Maven você deve selecionar um projeto pai que já existe dentro do Eclipse. Ao clicar no botão Browse apresenta uma lista de projetos que já existem, como mostrado na Figura 1.5, "Selecionando um projeto pai para um novo módulo Maven":
Figura 1.5. A seleção de um projeto pai para um novo módulo Maven

Depois de selecionar um projeto pai da lista, você voltará para a janela de New Maven Module e o campo projeto pai é preenchido conforme mostrado na Figura 1.4, "Criando um novo módulo Maven" . Ao clicar em Avançar , em seguida, exibir a lista padrão de arquétipos da Seção 1.1.2, "Criando um projeto Maven a partir de um arquétipo Maven" para que você possa escolher qual delas deve ser usada para criar o módulo Maven.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

O que é IBM® Domino® Designer?

O IBM® Domino® Designer 9 Social Edition é uma solução de desenvolvimento rápido de aplicativos para modernizar aplicativos colaborativos ou criar aplicativos colaborativos novos que executam no IBM Notes e Domino. O Domino Designer inclui o XPages, que permite aos desenvolvedores usar aptidões em HTML, CSS, Java e JavaScript, juntamente com conjunto de controles modernos da web, Dojo e serviços Ajax integrados para desenvolver aplicativos para Notes e Domino para uso em desktop, remoto ou na web.


Melissa Lobo.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Instalando o Apache Tomcat no Linux e configurando no Eclipse

Apache Tomcat

O Apache Tomcat, conhecido no popular como servidor web Java ou container, é o que gerencia e roda o Servlet. Como tenho utilizado bastante ele. Vou ensinar hoje como instalar e configurar o mesmo. Eu estou usando a versão 7 do  Apache Tomcat.

Instalando o Tomcat

Acesse o link dowload Tomcat para fazer o download do programa. Escolha a versão do instalador, que vai depender do sistema operacional que estiver utilizando.


Concluindo o download, abra o terminal do linux entre no diretório em que o arquivo foi baixado. E execute o comando: tar -xzvf NOME_ARQUIVO.tar.gz
Sendo o NOME_ARQUIVO.tar.gz o nome do arquivo baixado no site do Tomcat.
Este comando irá descompactar o arquivo e criar uma pasta no diretório.

Para testar o Apache Tomcat acesse a pasta bin dentro do diretório extraído e execute o seguinte comando pelo terminal:
 sh startup.sh

Acesse a página inicial do Tomcat no navegador: http://localhost:8080:

Configurando o Apache Tomcat no Eclipse:

Agora iremos configurar o Tomcat no Eclipse. Para isso abra o Eclipse e acesse o menu Window > Preferences > Server > Runtime Environments e clique em Add:

Selecione Apache > Apache Tomcat v7.0 que é a versão que foi baixada e clique em Next:

Informe em Tomcat installation directory o local aonde foi extraído o Tomcat e clique em Finish:

Depois disso na aba Servers será criado uma nova configuração para o Apache Tomcat Server, e depois disso basta apenas inciar o Apache Tomcat Server:

Ao iniciar o Tomcat você terá a seguinte saída no console do Eclipse:


Pronto! Apache Tomcat Server instalado e configurado no Eclipse.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Banco de Dados - HSQLDB

-Ligando e configurando Banco de dados HSQLDB com o Eclipse

O HSQLDB é um sistema de bancos de dados relacional de código livre, totalmente escrito em Java (portanto totalmente portátil) que é leve e rápido, podendo ser usado para aplicações simples onde não se espera uma carga de dados e acesso muito alta. Download 

Configurando o Eclipse

Para que o banco de dados esteja disponível em sua aplicação no Eclipse, importe o arquivo hsqldb.jar para o diretório Nome_Do_Projeto/WebContent/WEB-INF/lib/ . Para importar o arquivo .jar, selecione o diretório Nome_Do_Projeto/WebContent/WEB-INF/lib/ no Package Explorer do Eclipse, clique com o botão direito do mouse, selecione Import , selecione General/File System como método para importação, clique next e escolha o diretório onde o arquivo hsqldb.jar se encontra. Selecione o arquivo e clique em Finish .
É importante observar que no Package Explorer do Eclipse o arquivo será mostrado como parte do diretório Web App Libraries e não do diretório Nome_Do_Projeto/WebContent/WEB-INF/lib/ .


O HSBSDB pode funcionar em diversos modos:

  • Servidor (protocolo de comunicação proprietário);
  • Servidor Web (HTTP);
  • Servlet (HTTP);
  • Stand Alone (acesso direto);
  • Somente memória (acesso direto).

Ligando em modo Servidor:

Para ligar o Banco de Dados HSQLDB, basta você abrir o terminal, entrar no diretório onde foi baixado o Banco de Dados, em seguida entrar no diretório lib do diretório do banco de dados, e rodar o comando:

java -cp hsqldb.jar org.hsqldb.server.Server --database.0 file:Nome_Do_Projeto --dbname.0 Nome_Do_Projeto 

O HSBSDB possui uma ferramenta de gerenciamento, para iniciá-la digite em outro terminal dentro do mesmo diretório (lib do banco de dados) o comando:

java -cp hsqldb.jar  org.hsqldb.util.DatabaseManager

Configurando o Banco de Dados

Setting Name: o nome pelo qual o banco de dados será posteriormente referenciado em “Recent settings”
Type: o tipo do banco de dados, no caso como estamos ligando de modo servidor configuramos como HSQL Database Engine Server 
Driver: driver para conexão com o banco de dados (Deixe com está: org.hsqldb.jdbcDriver)
URL: o endereço e o nome do banco de dados (jdbc:hsqldb:hsql://localhost/)
User: o usuário (SA)
Password: a senha do usuário ( )

Melissa Lobo.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Criando Projeto Servlet no Eclipse

Para criar um projeto Servlet no Eclipse é bem simples: Botão Direito do mouse: New > Project 
Ai você escolhe o modelo do seu projeto: Web > Create a Dynamic Web project > Next  :
Project name: nomeDoProjeto > Finish :

Em seguida criaremos um pacote dentro do nosso novo projeto:

 E dentro desse pacote criamos uma classe:
E para que esta classe seja configurada como um Servlet, 'extendemos' (extends ) ela de HttpServlet, e importamos o mesmo:


Para configurar a nossa Servlet para responder na raiz do nosso projeto, utilizamos a anotação @WebServlet(urlPatterns = "/") e a importamos:

Para programar o que o Servlet retornará ou enviará, é necessário faze-lo dentro do método doGet ou doPost. A assinatura deste método recebe objetos do tipo HttpServletRequest (Request) e HttpServletResponse (Response), que são responsáveis por ler o que foi recebido para processar e por escrever a saída ao utilizador:
O Request é usado para ler o que chega pelo HTTP (HTML, Cookies, etc), e o Response para escrever o resultado do Servlet (Conteúdo, Content Type, Cookies, etc).


Dentro da pasta WebContent criamos um arquivo index.html ou index.jsp :
E lá colocamos o conteúdo da pagina a ser exibido: <h1>Bem Vindo ao nosso primeiro projeto Servlet!</h1><br/> : 

Agora vamos rodar o projeto. Para isso,  precisamos adicionar o nosso projeto a um servidor web (Tomcat) como um novo projeto.
Vá na guia Servers do Eclipse encontre o Tomcat e Clique com o botão direito sobre o Tomcat e selecione Add and Remove :

 Na janela de Add and Remove, selecione o projeto clique em Add > e em seguida em Finish: 


Agora para iniciar o Webserver. É só clicar com o direito sobre o Tomcat e clicar em Start:

Quando o status aparecer Started, Synchronized, vá até seu navegador e digite o endereço http://localhost:8080/nomeDoProjeto :

E assim nosso primeiro projeto (bem simples) está pronto.

Pra não esquecer:
Boa Prática: nome do projeto começa com letra minuscula, nome da class maiúscula.
Link do projeto para quem quiser baixar : Primeiro Projeto Servlet no Eclipse

Melissa Lobo.

Posteriormente iremos conectar com o Banco De Dados. 

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

IDE - Eclipse e NetBeans

Agora vou falar um pouco sobre ambientes de desenvolvimento, conhecidos como IDE (Integrated Development Environment ou Ambiente Integrado de Desenvolvimento).

IDE, é um programa que reúne características e ferramentas de apoio ao desenvolvimento de software com o objetivo de agilizar este processo. O que facilita a vida do desenvolvedor. Assim não é necessário digitar sempre seu programa em um simples aplicativo como o Notepad (No Linux, gedit ou kate. No Windows, o Notepad ou o TextPad. No Mac, TextWrangler ou TextMate.).

Sugiro a utilização do Eclipse ou NetBeans são os mais conhecidos e utilizados além de serem gratuitos

Nele (IDE), o desenvolvedor poderá contar com a facilidade de, ao digitar determinados comandos, a própria IDE se encarrega de completar a solicitação.
Um exemplo disso, é o comando sout, do NetBeans. Basta digitar sout e apertar [ctrl] + [tab] e o próprio NetBeans escreve pra você o comando System.out.println();.
O que facilita muito, imagine se você tivesse que escrever esse comando 30 vezes, em diferentes partes do código-fonte?


Obs: No começo alguns desenvolvedores recomendam usarem algo que não possua ferramentas, para que vocês possam se acostumar com os erros de compilação, sintaxe e outros. Porém eu já acho melhor utilizar o IDE para que assim vocês não percam tempo com erros bobos, como um ponto e virgula do final de alguma instrução. Ai vai do que vocês se sentirem mais confortáveis para trabalharem.