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quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Frameworks e Componentes Java

Hoje em dia, há muitas opções de ferramentas e componentes, para facilitar o desenvolvimento em Java e outras linguagens também, mas o foco aqui será Java. O mercado de Frameworks e Componente Java é imenso. Há muitas opções boas disponíveis no mercado, das quais é importante entender para estudarmos e aplicarmos em nosso dia a dia. Vou começar falando dos Frameworks e Componente mais usados em Java e listar o restante para conhecimento.

Frameworks Web
  • Spring MVC, é também  um dos frameworks Java mais conhecido e utilizado. Esse framework implementa um grande número de funções, como injeção de dependência, persistência de dados e uma implementação para o padrão MVC para a criação de aplicações WEB. É uma implementação que usa o modelo MVC (Model-View-Controller) para aplicações java com internet. Model View Controller ou Modelo-Visão-Controlador(MVC) é um padrão de arquitetura de aplicações que visa separar a lógica da aplicação (Model), da interface do usuário (View) e do fluxo da aplicação (Controller). Permite que a mesma lógica de negócios possa ser acessada e visualizada por várias interfaces.
  • Struts, foi um dos frameworks mais usados em ambientes corporativos para construção de aplicações web, em especial por causa de sua versão 1.x. A versão 2.0 não tem tanta força mas é um dos mais importantes. Struts Framework é um projeto open source mantido pela Apache Software Foundation.  O nome Struts deve-se ao papel por ele desenvolvido nas aplicações WEB. Da mesma forma que a construção de uma casa, ponte, prédio necessitam de uma base mantenedora, os engenheiros de software usam o Struts para suportar cada camada de uma aplicação comercial. O Struts também é uma implementação que usar o modelo MVC.
  • VRaptor, criado na USP em 2004 e mantido hoje pela Caelum e por uma grande comunidade, não tem o tamanho do mercado de outros grandes frameworks. Mas tem a vantagem da extrema simplicidade e grande produtividade, além de ser bem focado no mercado brasileiro, com documentação em português e muito material disponível. Ele também é um framework MVC para web focado no desenvolvimento ágil. Através da inversão de controle e injeção de dependências, ele diminui drasticamente o tempo de trabalho que seria perdido com o código repetitivo: validações, conversões, direcionamentos, ajax e lookups.
  • JavaServer Faces, um dos frameworks mais usados hoje. Seu grande apelo é ser o framework oficial do Java EE para Web, enquanto que todos os outros são de terceiros. Em especial, o JSF é dito um framework component-based, enquanto que Struts (1 e 2) e VRaptor são ditos request-based ou action-based. A ideia principal de um framework de componentes é abstrair muitos dos conceitos da Web e do protocolo HTTP provendo uma forma de programação mais parecida com programação para Desktop. O JSF tem componentes visuais ricos já prontos, funciona através de tratamento de eventos e é stateful (ao contrário da Web "normal" onde tudo é stateless).
Provedores de JSF
  • Mojorra – http://javaserverfaces.java.net/
  • MyFaces – http://myfaces.apache.org/
  • ADF – http://www.oracle.com/technetwork/developer-tools/adf/overview/index.htmlde persistência
Componentes JSF
  • RichFaces – http://www.jboss.org/richfaces
  • PrimeFaces – http://primefaces.org/
  • OpenFaces – http://openfaces.org/
  • IceFaces – http://www.icesoft.org/
  • EasyFaces – http://www.easyfaces.com.br
  • Gmaps4jsf – http://code.google.com/p/gmaps4jsf/
Frameworks de Persistência
  • Hibernate, é o framework mais usado em relação a persistência e bancos de dados, se a variedade dos frameworks Web é grande, aqui não temos esse problema. O Hibernate é praticamente unanimidade no mercado Java, principalmente se usado como implementação da JPA. Há outras possibilidades, como o Toplink, o EclipseLink, o OpenJPA, o DataNucleus, o JDO, o iBatis etc. Mas o Hibernate é o mais importante. E dificilmente você vai usar outro Framework que não seja o Hibernate no mercado de trabalho, por isso só vou falar dele, e dar uma descrição mais detalhada.
    O que o hibernate realmente faz?Basicamente o  hibernate realiza o mapeamento do objeto relacional, ou seja, as tabelas do seu banco de dados são representadas através de classes na sua aplicação e as operações de recuperação e persistência dos dados são realizadas através de métodos do hibernate, sendo assim, o programador não precisa de se preocupar com instruções SQL como selects, join e etc, sendo o framework capaz até de resolver as peculiaridades que cada SGDB impõe.
    Qual motivo de utilizar o hibernate e não minhas instruções sql diretamente no banco ?Possível migrar para a maioria dos Banco de Dados disponíveis no mercado apenas modificando o arquivo de configuração do framework, sem necessidade de alterar uma linha de código do sua aplicação.
    Totalmente orientado a objetos.O hibernate executa as instruções sql para recuperar apenas as informações necessárias, evitando executar consultas complexas apenas para obter um determinado dado. Detecta automaticamente qualquer alteração ou inclusão das classes mapeadas e executa as alterações devidas no banco de dados. Realiza cache das operações, aumentando a performance do seu software. E o mais importante, é 100% software livre.  
  • Spring Data – http://www.springsource.org/
  • iBatis – http://www.mybatis.org/
  • Torque – http://db.apache.org/torque/
  • Castor – http://www.castor.org/
  • Cayenne – http://cayenne.apache.org/
Container IoC
  • Spring – http://www.springsource.org/
  • Guice – http://picocontainer.codehaus.org/
  • PicoContainer – http://code.google.com/p/google-guice/
  • EJB – http://www.oracle.com/technetwork/java/javaee/ejb/index.html
  • CDI – http://www.oracle.com/technetwork/articles/java/cdi-javaee-bien-225152.html
Validação

  • Commons Validator – http://commons.apache.org/validator/
  • Java Bean Validator – http://docs.oracle.com/javaee/6/tutorial/doc/gircz.html

Autenticação e autorização web

  • Spring Security – http://www.springsource.org/
  • JGuard – http://jguard.xwiki.com/xwiki/bin/view/Main/WebHome
  • JEE Container Managed Security (Configuração especifica para cada provedor de container JEE). Veja o Tomcat – http://tomcat.apache.org/tomcat-7.0-doc/realm-howto.html
JEE web container standalone
  • Tomcat – http://tomcat.apache.org/
  • Jetty – http://jetty.codehaus.org/jetty/
  • JBoss – http://www.jboss.org/
Manipulaçao de arquivos MS Office
  • Apache POI – http://poi.apache.org . Eu já falei um pouco aqui sobre o Apache POI e fiz até um exemplo de como gerar um Excel com Apache POI e Java
  • JExcelApi – http://jexcelapi.sourceforge.net
  • Docx4j – http://dev.plutext.org/trac/docx4j
  • Java Docx – http://www.javadocx.com
Web Services SOAP
  • Metro – http://jax-ws.java.net/
  • Axis – http://axis.apache.org/axis/
  • XFire – http://xfire.codehaus.org/
  • CXF – http://cxf.apache.org/
JavaScript
  • DOJO Toolkit – http://dojotoolkit.org/
  • JQuery – http://jquery.com/
  • Ext-JS – http://docs.sencha.com/ext-js/4-0/
  • DWR – http://directwebremoting.org/dwr/index.html
Integração com redes sociais
  • Spring Social – http://www.springsource.org/
Cache
  • Space4J – http://www.space4j.org/
  • Memcache – http://memcached.org/
  • Ecache – http://ehcache.org/
  • Prevayler – http://prevayler.org/
  • JBoss Infinispan – http://www.jboss.org/infinispan.html
NoSQL
  • MongoDB – http://www.mongodb.org/
  • Neo4j – http://neo4j.org/
  • Db4o – http://www.db4o.com/
  • MemcachedDB – http://memcachedb.org/
  • CouchDB – http://couchdb.apache.org/
  • Project Voldemort – http://project-voldemort.com/
  • MarkLkogic Server – http://www.marklogic.com/
  • BaseX – http://basex.org/
  • SimpleDB – http://aws.amazon.com/simpledb/
  • HBase – http://hbase.apache.org/
  • Casandra – http://cassandra.apache.org/
  • Hypertable – http://hypertable.org/
  • OrientBD – http://www.orientechnologies.com/
SGDB Java embutidos
  • HyperSQL – http://hsqldb.org/
  • JavaDB – http://www.oracle.com/technetwork/java/javadb/overview/index.html
  • Apache Derby – http://db.apache.org/derby/
  • H2Database – http://www.h2database.com
Testes
  • DBUnit – http://www.dbunit.org/
  • JUnit – http://www.junit.org/
  • EJBUnit – http://ejb3unit.sourceforge.net/
  • JSFUnit – http://www.jboss.org/jsfunit/
Loggin
  • jse – http://docs.oracle.com/javase/7/docs/api/java/util/logging/package-summary.html
  • Log4J – http://logging.apache.org/index.html
Testes cargas e perfomance
  • JMeter – http://jmeter.apache.org/
  • WebLoad – http://www.webload.org/
JSON
  • JSON – http://www.json.org/java/
  • XStream – http://xstream.codehaus.org/json-tutorial.html
  • Google-JSON – http://code.google.com/p/google-gson/
Boletos bancário
  • Boletos Bancário – http://www.boletobancario.com.br
  • Bopepo – http://www.jrimum.org/bopepo/
  • Stella – http://github.com/caelum/caelum-stella/wiki/Gerando-boleto
Gerais
  • Maven – Gerenciador de dependências, do qual já falei sobre aqui: O que é o Maven,  Projeto Mavem e em outras postagem, vocês podem conferir nos posts anteriores. – http://maven.apache.org/

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Metodos de requisição


  • GET -> consulta
  • POST -> inserção
  • DELETE -> exclusão
  • PUT -> atualização total
  • PATCH -> atualização parcial 
  • Únicos metodos que os Browser entendem: GET e POST


Forward e Redirect


  • Diferenças: http://www.javapractices.com/topic/TopicAction.do?Id=181
  • Boas práticas, SEMPRE que fizer um POST, faça um redirect para evitar que o refresh da página envie o formulário novamente pro servidor;
  • Flash Scope: Dura apenas duas requisições. Usado por exemplo depois de cadastrar algo no Banco de Dados e dar um redirect para outra action, conseguir pegar um parâmetro do primeiro request;

Melissa Lobo.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

O que é o Spring Framework?

O Spring é um framework open source para a plataforma Java criado por Rod Johnson e descrito em seu livro "Expert One-on-One: JEE Design e Development". Trata-se de um framework não intrusivo, baseado nos padrões de projeto Inversão de controle (IoC) e injeção de dependência.

No Spring o container se encarrega de "instanciar" classes de uma aplicação Java e definir as dependências entre elas através de um arquivo de configuração em formato XML, inferências do framework, o que é chamado de auto-wiring ou ainda anotações nas classes, métodos e propriedades. Dessa forma o Spring permite o baixo acoplamento entre classes de uma aplicação orientada a objetos.

O Spring possui uma arquitetura baseada em interfaces e POJOs (Plain Old Java Objects), oferecendo aos POJOs características como mecanismos de segurança e controle de transações. Também facilita testes unitários e surge como uma alternativa à complexidade existente no uso de EJBs. Com Spring, pode-se ter um alto desempenho da aplicacao.

Esse framework oferece diversos módulos que podem ser utilizados de acordo com as necessidades do projeto, como módulos voltados para desenvolvimento Web, persistência, acesso remoto e programação orientada a aspectos.