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segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Subversion

O que é Subversion?
Subversion é um sistema de controle de versão livre/open-source. Isto é, o Subversion gerencia arquivos e diretórios, e as modificações feitas neles ao longo do tempo. Isto permite que você recupere versões antigas de seus dados, ou que examine o histórico de suas alterações. Devido a isso, muitas pessoas tratam um sistema de controle de versão como uma espécie de “máquina do tempo”.
O Subversion pode funcionar em rede, o que lhe possibilita ser usado por pessoas em diferentes computadores. Em certo nível, a capacidade de várias pessoas modificarem e gerenciarem o mesmo conjunto de dados de seus próprios locais é o que fomenta a colaboração. Progressos podem ocorrer muito mais rapidamente quando não há um gargalo único por onde todas as modificações devam acontecer. E como o trabalho está versionado, você não precisa ter medo de que seu trabalho perca qualidade por não ter essa via única para modificações—se os dados sofrerem alguma modificação indevida, apenas desfaça tal modificação.

Instalando o Subversion no Ubunto
Para instalar o Subversion, execute o seguinte comando no prompt de comando:
sudo apt-get install subversion libapache2-svn

Criando um repositório no Subversion
O repositório pode ser criado através do seguinte comando: 
svnadmin create /path/to/repos/project

Importando arquivos
Depois de criar o repositório você pode importar arquivos para o repositório. Para importar um diretório, digite o seguinte comando em uma janela do terminal:
svn import /path/to/import/directory file:///path/to/repos/project

Comandos do Subversion
Para ver o status da sua cópia local comparando com o status do servidor, use:
svn status -u

Mantendo sua cópia local sincronizada com o servidor, use:
svn update

Para commitar atualizações, use:
svn commit
Para ver o log de cada um dos arquivos, ordenando cronologicamente, use:
svn log | tac

E para ver o log de somente um arquivo específico, utilize:
svn log file_name | tac

Para ver a diferença entre um dado arquivo em uma dada revisão e o estado atual do seu arquivo no repositório, use:
svn diff -r revision_number file_name

Para ver a diferença entre revisões de seeu arquivo no repositório, use:
svn diff -r revision_number_1:revision_number_2 file_name

Para reverter o estado de um arquivo de cópia local para uma dada revisão, use (ou use -R para um diretório):
svn revert file svn revert -R directory

Para criar uma nova tag ou uma branch experimental, use:
svn copy src_dir tag_dir

Para consultar o help de qualquer comando, use:
svn help command

segunda-feira, 23 de maio de 2016

LIMIT e LIKE - SQL

O LIMIT recebe 2 parâmetros. O primeiro número informa qual a primeira linha que ele deve trazer. Como colocamos 0, ele começará a pegar da primeira linha do resultado; o segundo indica quantas linhas ele deve trazer. No caso, 100.

Se quiséssemos a segunda página, faríamos:
select * from tabela limit 100, 100
Veja. Devemos começar a pegar da linha número 100 (o primeiro parâmetro indica isso) e queremos pegar mais 100 elementos. A terceira página:
select * from tabela limit 200, 100
A lógica é a mesma. E assim por diante. O programador deve então pedir os dados aos poucos.

A instrução LIMIT é usada sempre ao fim da SQL. E você pode misturar a consulta com outras instruções como WHERE e JOIN.

Vamos, por exemplo, pegar os 100 primeiros nomes de uma tabela que se chamem "Bruno":
select * from tabelaNome where nome = 'Bruno' limit 0, 100
O problema do código acima é que a instrução trará os dados da tabela cujo nome é exatamente "Bruno". Não é o que queremos, afinal a pessoa pode ter sobrenome. Para resolver esse problema, usaremos uma nova palavra, a palavra LIKE. Ela nos ajuda a passar uma "expressão" e a usar coringas para buscar textos. Veja:
select * from tabelaNome where nome like 'Bruno%' limit 0, 100
Dissemos ali que aceitamos nomes que começam com "Bruno" e depois qualquer coisa. O % faz esse papel. Podemos usar o % de varias maneiras. Por exemplo, se quisermos todos que tenham o sobrenome "Lobo", podemos fazer:
select * from tabelaNome where nome like '%Lobo%' limit 0, 100
Colocamos coringa no começo e no fim. Nesse caso, procuramos por "Lobo" em qualquer lugar do nome da pessoa.

O LIKE então nos ajuda a buscar por pedaços de texto dentro de campos varchar. Mas cuidado, usar LIKEcusta caro para o banco de dados, já que ele tem que olhar linha por linha. Em uma tabela grande, isso pode ser bastante custoso.

domingo, 22 de maio de 2016

Cláusulas de Consultas - MySQL

Vários componentes ou cláusulas formam a instrução select. Enquanto apenas uma delas é obrigatória no MySql (a cláusula select), normalmente você incluirá pelo menos duas ou três das seis cláusulas disponíveis. Abaixo segue as cláusulas principais e suas finalidades:

Select: Determina quais colunas serão incluídas no conjunto-resultado da consulta;
From: Identifica as tabelas de onde serão retirados os dados e como as tabelas deverão ser juntadas;
Where: Filtra os dados indesejados;
Group by: Usada para agrupar linhas por meio de valores comuns de colunas;
Having: Filtra grupos indesejados;
Order by: Ordena as linhas do conjunto-resultado final usando uma ou mais colunas;

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Comandos Básicos do Linux

cd
O comando cd significa change diretory. Você irá descobrir que esse comando é muito útil. Existem três maneiras típicas de usa-lo:

  • cd .. – Muda para um diretório acima na árvore de diretórios;
  • cd ~ – Muda para o seu diretório home de onde você atualmente está. Isso é o mesmo que usar o comando cd sozinho;
  • cd <nome do diretório> – Muda para um diretório específico.
cp
O comando cp é um nome alternativo de copy; portanto, esse comando permite copiar objetos. A sintaxe do comando é muito simples:

  •  cp <nome ou local original do arquivo> <novo nome ou local do arquivo>

logout 
O comando logout é usado para sair de um sistema como usuário atual. Se esse é o único usuário com o qual você obteve acesso, então você sai totalmente do sistema.

ls
O comando ls lista o conteúdo de um diretório.

mkdir
O comando mkdir é usado para criar um novo diretório.

pwd 
O comando pwd exibe o diretório de trabalho atual. Ele informa qual o diretório atualmente ativado.

reboot
O comando reboot executa a reinicialização do sistema. Porém só pode der executado pelo root.

su 
O comando su permite a um usuário temporariamente transformar-se em outro. Se você não é o root e o usuário tiver uma senha (e o usuário deve ter!), o su exibe um prompt para senha. O root pode transformar-se em qualquer usuário a qualquer momento sem conhecer as senhas.

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Criando um Repositório no Github

Para criar um repositório no GitHub, clique no botão New repository disponível no +  na sua página inicial:
Criando um novo repositório no Github

Especifique um nome e opcionalmente uma descrição e clique em Create Repository:

Já temos um repositorio no Github com um endereço no servidor para onde vamos enviar os arquivos criados localmente. Próximo passo é criar um diretório/pasta local e iniciar o Git fazendo ele se comunicar com o servidor. Você pode criar manualmente a pasta ou usar a linha de comando. Para isso abrimos o terminar e fazemos:
// cria o diretório/pasta
$ mkdir PrimeiroProjetoGit
// entra na pasta que criamos
$ cd PrimeiroProjetoGit
Agora você pode entrar na pasta PrimeiroProjetoGit e criar lá um arquivo de texto qualquer, para podermos commitar algo ou criar pela própria linha de comando com:
// cria um arquivo
$ touche arquivoQualquer.txt
 Em seguida digite os comandos:
// inicia o git
$ git init
// adiciona os arquivos/modificações no git
$ git add .
// adiciona uma descrição ao que será comitado
$ git commit -m "Primeiro Commit"
// informamos o endereço do nosso projeto
$ git remote add origin https://github.com/MelissaLobo/PrimeiroProjetoGit.git
// envia os arquivos da sua máquina para o repositório criado no Github
$ git push -u origin master

O comando git init serve para "iniciar" o rastreamento de arquivos pelo Git. Esse comando cria um diretório (oculto).git, contendo as configurações necessárias para o funcionamento do sistema. Esse comando só é necessário uma vez.

O comando git remote add serve para adicionar um repositório "remoto", que por padrão o Git chama de origin, e que nada mais é do que um "atalho" para o endereço do servidor. Vinculando assim o seu projeto ao repositório do Github.

O comando git push -u origin master envia os arquivos da sua máquina para o repositório.

Em seguida ele vai pedir o seu usuário e senha do Github. É só digitar e dar enter.

Agora só atualizar a pagina do Github, no meu caso https://github.com/MelissaLobo/PrimeiroProjetoGit  e o projeto estará lá bonitinho. 

No caso, sempre que criar um projeto no eclipse por exemplo, você faz o mesmo processo, cria o repositório, abre o Terminal ou o Git Bash, entra na pasta do projeto e executa os mesmos comandos. 

Colinha:
$ git init
$ git add .
$ git commit -m "Primeiro Commit"
$ git remote add origin https://github.com/nomedoseuprojeto.git
$ git push -u origin master


terça-feira, 18 de agosto de 2015

O que é o Github? Criando & Configurando

O Github é um serviço de hospedagem distribuído desenvolvido em Ruby on Rails para projetos que utilizam o controle de versão Git. Assim, é utilizado como repositório online de códigos fonte para projetos de código aberto.
Podemos encontrar nele informações sobre todos os commits (atualizações) dos projetos que o utilizam, uma rede social que possibilita que outras pessoas acompanhem o desenvolvimento de seu projeto, um recurso para visualizar gráficos de quantas atualizações cada pessoa no projeto está realizando, entre outras novidades.

Site oficial: http://github.com

Instalando Git 

  • Podemos fazer o download do Git pelo site: http://git-scm.com/download, atualmente funciona em Linux, Mac OSX e Windows. 
  • Para usuários GNU/Linux Debian o download do Git pode ser feito pelo Gerenciandor de Pacotes com o comando:
    $ sudo apt-get install git-core git-gui git-doc

Git Bash no Windows 

Criando um usuário no Github

  •  Acessar http://github.com
  • -> Pricing and Signup -> Escolher um plano e “Create an account” (Possui planos free) -> Escrever seus dados e seguir os passos como de costume (Nome, Senha, etc).

Configurando o Git


Configuração do Github no Git Bash 

  •  Configure seu usuário Git com os comandos :
    $ git config --global user.name "Seu Nome"
    $ git config --global user.email seuemail@gmail.com




Melissa Lobo.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Comandos para reiniciar, desligar ou programar um desligamento no Ubuntu

Reiniciar o computador.
reboot
shutdown -r 0


Desligar
shutdown -h now
Suponhamos que queremos desligar o computador às 18:45. Segue abaixo o comando:
shutdown -h 18:45 “Servidor será desligado para manutenção.”
shutdown [opções] [hora][mensagem]
Sendo [opções]:
-h (Inicia o desligamento do computador.)
-r (Reinicia o sistema)
-c (Cancela a execução do shutdown. Usando ctrl+c temos o mesmo efeito.)
[hora]:

Você pode usar
HH:MM para definir a hora e minuto,
MM para definir minutos,
+SS para definir após quantos segundos, ou
now para imediatamente (equivalente a +0).

Exemplos:
shutdown -h now (desliga imediatamente)
shutdown -r +120 (reinicia em 120 segundos)

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Comandos - CMD - Windows

Para começar a explorar, é preciso abrir o Prompt do Windows. Por causa de alguns comandos de sistema, é preciso executá-lo com privilégios de administrador. Para fazer isso, clique no menu iniciar do Windows 7 e digite “cmd” (sem as aspas) na caixa de pesquisa. Depois, clique com o botão direito em “cmd” e escolha a opção “Executar como administrador. Se for solicitada a senha do administrador, digite-a ou apenas confirme a autorização.

Comandos do sistema

Boa parte dos comando do Prompt do Windows servem para ajudá-lo a fazer a manutenção do sistema. Eles podem ser muito úteis em situações em que até a interface gráfica não está disponível ou simplesmente quando você quer uma informação mais rápida e completa.

Para saber mais detalhes sobre o seu Windows, basta rodar o comando "systeminfo" (sem aspas). Além de ser mais rápido para executar, seu grande diferencial é que ele traz mais informações do que a opção “Propriedades do Sistema”.

Se você está precisando desligar o Windows e não tem acesso a interface gráfica ou o mouse, basta usar o comando "shutdown -s -t 0", que você consegue isso, e o melhor sem precisar instalar nada.

Se quiser, pode até mesmo programar o desligamento substituindo o “0″ do comando pela quantidade de segundos, como por exemplo, para desligar após 3 horas. Nesse caso, coloque 10800 segundos, o que equivale a 180 minutos, ou seja, 3 horas.

Se preferir reiniciar, basta trocar a opção “-s” pelo “-r”. Para cancelar o comando de desligamento enquanto o tempo de espera está em execução, execute o comando "shutdown -a".

Comandos de rede

Quando estiver solucionando um problema de rede, provavelmente em algum momento você precisará saber detalhes das conexões, computadores e da rede, nessa hora, você pode usar alguns desses comandos.

 ipconfig

Tudo o que você gostaria de saber sobre sua conexão de rede está disponível em algum lugar no Painel de Controle do Windows. Mas essas informações são bem mais fáceis de encontrar, e estão mais bem melhor organizadas, nos resultados do comando "ipconfig". Digite “ipconfig /all” (sem aspas) e rapidamente todas os dados, de todas as conexões de rede estarão na sua tela.



Verificando se o computador está na rede
Para checar se um determinado computador está na rede é preciso perguntar a ele digitando o comando "ping 10.1.1.1" e substituindo os números pelo endereço IP ou pelo nome dele.

Se a resposta for sim, resultará em uma algumas linhas iniciadas com “Resposta de ” e seguido de informações da transmissão. Caso contrário, no final da linha constará a mensagem “Host de destino inacessível”;

sábado, 10 de maio de 2014

Git

O Git é um sistema fácil de usar, incrivelmente rápido, bastante eficiente com grandes projetos e de uma excelente qualidade. Mas o que é exatamente o Git? O Git considera que os dados são como um conjunto de snapshots (captura de algo em um determinado instante, como em uma foto) de um mini-sistema de arquivos. Cada vez que você salva ou consolida (commit) o estado do seu projeto no Git, é como se ele tirasse uma foto de todos os seus arquivos naquele momento e armazenasse uma referência para essa captura. Para ser eficiente, se nenhum arquivo foi alterado, a informação não é armazenada novamente - apenas um link para o arquivo idêntico anterior que já foi armazenado.
O workflow básico do Git pode ser descrito assim:

  • Você modifica arquivos no seu diretório de trabalho.
  • Você seleciona os arquivos, adicionando snapshots deles para sua área de preparação.
  • Você faz um commit, que leva os arquivos como eles estão na sua área de preparação e os armazena permanentemente no seu diretório Git.

E agora algumas dicas e comandos resumidos para começarmos a trabalhar com o Git

Instale o Git:
Git para Linux
Git para Windows
Git para OSX

Crie um novo repositório
Crie uma nova pasta ou somente abra a pasta que o seu arquivo/programa/teste/etc que deseja commitar esteja e execute o comando:
 git init  e ele criará um novo repositório.

Copie um repositório
Se você quer copiar um repositório Git já existente o comando necessário é:
 git clone /caminho/para/o/repositório 
Quando usar um servidor remoto, seu comando será:
 git clone usuário@servidor:/caminho/para/o/repositório 

Verifique o Status de Seus Arquivos
A principal ferramenta utilizada para determinar quais arquivos estão em quais estados é o comando git status. Se você executar este comando diretamente após uma clonagem, você deverá ver algo similar a isso:
 $ git status 
 # On branch master 
 nothing to commit (working directory clean) 
Que significa que não existem arquivos monitorados e modificados. Git também não encontrou qualquer arquivo não monitorado, caso contrário eles seriam listados aqui.

Adicione & confirme
Você pode propor mudanças (adicioná-las ao Index) usando:
 git add <arquivo>  ou  git add .  que adiciona todos os arquivos.
Este é o primeiro passo no fluxo de trabalho básico do git. Para realmente confirmar estas mudanças (isto é, fazer um commit), use:
  git commit -m "comentários das alterações" 
Agora o arquivo é enviado para o HEAD, mas ainda não para o repositório remoto.

Envie suas alterações
Suas alterações agora estão no HEAD da sua cópia de trabalho local. Para enviar estas alterações ao seu repositório remoto, execute:
 git push origin master 
Altere master para qualquer ramo (branch) desejado, enviando suas alterações para ele.
Se você não clonou um repositório existente e quer conectar seu repositório a um servidor remoto, você deve adicioná-lo com:
 git remote add origin <servidor> 
Agora você é capaz de enviar suas alterações para o servidor remoto selecionado.

Atualize & mescle
Para atualizar seu repositório local com a mais nova versão, execute:
 git pull  na sua pasta de trabalho para obter e fazer merge (mesclar) alterações remotas.
Para fazer merge de um outro branch ao seu branch ativo (ex. master), use:
 git merge <branch> 
Em ambos os casos o git tenta fazer o merge das alterações automaticamente. Infelizmente, isto nem sempre é possível e resulta em conflitos. Você é responsável por fazer o merge estes conflitos manualmente editando os arquivos exibidos pelo git. Depois de alterar, você precisa marcá-los como merged com:
 git add <arquivo>  antes de fazer o merge das alterações, você pode também pré-visualizá-as usando:
 git diff <branch origem> <branch destino> 

Sobrescreva alterações locais
No caso de você ter feito algo errado você pode sobrescrever as alterações locais usando o comando
 git checkout -- <arquivo> 
isto substitui as alterações na sua árvore de trabalho com o conteúdo mais recente no HEAD. Alterações já adicionadas ao index, bem como novos arquivos serão mantidos.
Se ao invés disso você deseja remover todas as alterações e commits locais, recupere o histórico mais recente do servidor e aponte para seu branch master local desta forma:
 git fetch origin 
 git reset --hard origin/master 

Remova Arquivos
Para remover um arquivo do Git, você tem que removê-lo dos arquivos que estão sendo monitorados (mais precisamente, removê-lo da sua área de seleção) e então fazer o commit. O comando  git rm faz isso e também remove o arquivo do seu diretório para você não ver ele como arquivo não monitorado (untracked file) na próxima vez.

Pra não esquecer:
Fluxo de trabalho
Seus repositórios locais consistem em três "árvores" mantidas pelo git. A primeira delas é sua Working Directory que contém os arquivos vigentes. A segunda Index que funciona como uma área temporária e finalmente a HEAD que aponta para o último commit (confirmação) que você fez.

Melissa Lobo,