segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Desenvolvendo uma classe

  • Definimos o que a classe deve fazer.
  • Listamos as variáveis de instancia e métodos
  • Escrevemos um código preparatório para os métodos
  • Escrevemos um código de teste para os métodos
  • Implementamos a classe
  • Testamos os métodos
  • Depuramos e reimplementamos quando necessário

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Métodos úteis da classe String

  • O método replace() faz a substituição de um determinado conjunto de caracteres por outro, retornando uma nova String.
  • O método trim() retorna uma String sem os espaços em branco no começo e no final da mesma.
  • O método contains() não tem como retorno uma nova String, mas sim um boolean. Ele avalia se a String original contém a String passada como parâmetro para o método.
  • O método lengh() retorna um int indicando o tamanho da String, ou seja, a quantidade de caracteres que há na String atual.
  • O método toUpperCase() retorna uma nova String com o mesmo conteúdo da original,
  • só que com todos os caracteres em letras maiúsculas.
  • O método toLowerCase(), retorna uma nova String com o mesmo conteúdo da original, mas com todos os caracteres em letras minúsculas.



Estou um pouco ausente, devido a aulas e projetos que estou realizando no momento, e que tem me ocupado bastante. Mas logo voltarei a postar frequentemente com novidades, sobre Frameworks como o JSF, Spring, etc. Se houver alguma dica, duvida ou sugestão, fiquem a vontade para entrarem em contato. Ficarei honrada em ajudar. 

Melissa Lobo.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Regras de Declaração para Arquivos-Fonte Java

  • Um arquivo de código-fonte só pode ter uma classe pública (ex.: public class Hello{…}).
  • Se o arquivo de código-fonte tiver uma classe pública, seu nome terá que coincidir com o nome dessa classe.
  • O arquivo só pode ter uma instrução package, porém, várias de import.
  • A instrução de package (se houver) deve ficar na primeira linha (fora os comentários) do arquivo de código-fonte.
  • A instrução import (se houver) deve vir depois de package e antes da declaração class.
  • Se não houver instrução package, as instruções import terão que ser as primeiras (fora os comentários) do arquivo de código-fonte.
  • As instruções package e import são aplicadas a todas as classes do arquivo.
  • O arquivo pode ter mais de uma classe não pública.
  • Os arquivos que não tiverem classes public não apresentarão restrições de nomeação, ou seja, podem ter um nome que não seja o mesmo de nenhuma das classes do arquivo.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Instalando o MySQL Server no Ubuntu

Abra o terminal e digite o seguinte comando:

sudo apt-get install mysql-server

Defina a senha do usuário root do MySQL Server e aperte enter.
Repita a senha do usuário root do MySQL Server e aperte enter novamente. Aguarde o término da instalação, pois o Ubuntu irá baixar os pacotes de instalação e fazer a configuração básica do sistema para você.

Testando o MySQL
Para verificar se o MySQL está funcionando,  digite o comando:

sudo netstat -tap | grep -e mysql

A saida devera ser semelhante a imagem abaixo:

Alterando a Senha do MySQL


Se você não se lembra da senha, pode recadastrar a senha, com o seguinte comando:

mysqladmin -u root password novasenha

Como você pode ver, no Ubuntu instalar programas é bem fácil. Divirta-se!

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Cursos Técnicos Gratuitos

Olá pessoal, uma dica legal pra quem está começando, são os cursos técnicos das Etecs, relacionados a TI temos várias opções como: Informatica, Comunicação Visual, Informatica para Internet, Manutenção e Suporte a Informatica, Programação de Jogos Digitais, Rede de Computadores e muitos outros que podem ser conferidos no site: http://www.centropaulasouza.sp.gov.br/cursos/etec .

Eu fiz dois cursos Técnicos e digo que com certeza vale a pena, o aprendizado é enorme, e já é uns pontos a mais no currículo né?!

As inscrições para os cursos começam agora dia 02/10 e vão até as 15h do dia 07/11, no site http://www.vestibulinhoetec.com.br , qualquer duvida é só ligar lá ou entrar no Site.

Instalando o Apache Tomcat no Linux e configurando no Eclipse

Apache Tomcat

O Apache Tomcat, conhecido no popular como servidor web Java ou container, é o que gerencia e roda o Servlet. Como tenho utilizado bastante ele. Vou ensinar hoje como instalar e configurar o mesmo. Eu estou usando a versão 7 do  Apache Tomcat.

Instalando o Tomcat

Acesse o link dowload Tomcat para fazer o download do programa. Escolha a versão do instalador, que vai depender do sistema operacional que estiver utilizando.


Concluindo o download, abra o terminal do linux entre no diretório em que o arquivo foi baixado. E execute o comando: tar -xzvf NOME_ARQUIVO.tar.gz
Sendo o NOME_ARQUIVO.tar.gz o nome do arquivo baixado no site do Tomcat.
Este comando irá descompactar o arquivo e criar uma pasta no diretório.

Para testar o Apache Tomcat acesse a pasta bin dentro do diretório extraído e execute o seguinte comando pelo terminal:
 sh startup.sh

Acesse a página inicial do Tomcat no navegador: http://localhost:8080:

Configurando o Apache Tomcat no Eclipse:

Agora iremos configurar o Tomcat no Eclipse. Para isso abra o Eclipse e acesse o menu Window > Preferences > Server > Runtime Environments e clique em Add:

Selecione Apache > Apache Tomcat v7.0 que é a versão que foi baixada e clique em Next:

Informe em Tomcat installation directory o local aonde foi extraído o Tomcat e clique em Finish:

Depois disso na aba Servers será criado uma nova configuração para o Apache Tomcat Server, e depois disso basta apenas inciar o Apache Tomcat Server:

Ao iniciar o Tomcat você terá a seguinte saída no console do Eclipse:


Pronto! Apache Tomcat Server instalado e configurado no Eclipse.

Instalando o Git

Para instalar o Git no Linux, é bem simples.
Abra o terminal, digite o comando:
sudo apt-get install git
passowd: sua_senha

Em seguida vai aparecer uma mensagem como:

"É preciso baixar 3.274 kB de arquivos.
Depois desta operação, 21,6 MB adicionais de espaço em disco serão usados.
Você quer continuar? [S/n] "


Você digita: 's'

Assim que concluir, configure o mesmo com nome e e-mail:
Digitando os seguintes comandos:
git config --global user.email "seuemail@exemplo.com"
git config --global user.name "Seu nome e sobrenome"

Prontinho o Git está instalado e configurado na sua máquina, agora é só comitar seus projetos.


segunda-feira, 22 de setembro de 2014

CascadeType.

O CascadeType é uma maneira de definir a forma como serão propagadas as operações em cascata de uma Entity para suas referencias. A vantagem do Cascade é a propagação automaticamente da ação configurada nos relacionamentos da entidade.
As definições do Cascade são passadas dentro das anotações @OneToOne, @OneToMany e @ManyToMany, e as possibilidades de valores para o Cascade podem ser encontradas dentro de um enum javax.persistence.CascadeType.

Tipos:
  • CascadeType.PERSIST– disparado toda vez que uma nova entity for inserida no banco de dados pelo comando entityManager.persist();
  • CascadeType.DETACH – disparado toda vez que uma entity é retirada do Persistence Context. Comandos que podem disparar essa ação: entityManager.detach(), entityManager.clear(). Ocorrerá um detach também quando o Persistence Context deixar de existir;
  • CascadeType.MERGE – disparado toda vez que uma alteração é executada em uma entity. Essa alteração pode acontecer ao final de uma transação com a qual uma managed Entity foi alterada (4.2), ou pelo comando entityManager.merge();
  • CascadeType.REFRESH – disparada quando uma entity for atualizada com informações no banco de dados. Comando: entityManager.refresh();
  • CascadeType.REMOVE – disparado quando uma entity é removida (apagada) do banco de dados, os relacionamentos marcados também serão eliminados O comando utilizado é o entityManager.remove();
  • CascadeType.ALL – todos os eventos anteriores serão sempre refletidos nas Entities relacionadas.


Exemplo para setar apenas um tipo de Cascade:

@OneToMany(cascade = CascadeType.ALL)
private List
usuarios;

Exemplo para setar um ou mais tipos, (porém não todos):

@OneToMany(cascade ={CascadeType.MERGE, CascadeType.PERSIST, CascadeType.REMOVE })
private List usuarios;



Observações sobre o Cascade:

  • É preciso ter bastante cuidado ao anotar um relacionamento com CascadeType.ALL. Uma vez que se a entidade fosse removida o seu relacionamento também seria removido do banco de dados.
  • CascadeType.ALL (ou opções únicas) pode causar lentidão em todas as ações realizadas na entidade. Caso a entidade tenha muitas listas um merge() poderia causar todas as listas a receberem merge().